Candidatos falam sobre propostas para resolver problemas da cidade

O Jornal Em Dia começa, a partir deste domingo, 9, a publicar matérias especiais, com os cinco candidatos a prefeito no município.

A cada domingo, serão publicados trechos das entrevistas que foram feitas, com as perguntas e as respostas dos cinco candidatos. A intenção é que o leitor possa comparar as propostas de que cada um deles para os problemas existentes em Bragança Paulista, uma vez que os questionamentos foram os mesmos.

Duas perguntas específicas foram feitas para cada um dos candidatos, levando em conta sua atuação política na cidade. Elas serão publicadas ao longo dos próximos domingos de setembro.

Cada um dos candidatos também teve a oportunidade de fazer um questionamento para um adversário, que foi escolhido por meio de sorteio.

A ordem de publicação das respostas será a ordem crescente do número dos partidos aos quais os candidatos pertencem, ou seja: Fernão Dias (13); Fred Zenorini (16); Renato Frangini (25); Gustavo Sartori (40); e João Carlos Carvalho (45).

Acompanhe:

 

Jornal Em Dia – No início do ano, quando o mandato do próximo prefeito se inicia, um dos primeiros problemas poderão ser as enchentes, que já causaram muitos danos à cidade em 2010 e 2011, por exemplo. Está preparado para enfrentar isso? O que a população das áreas que sempre são atingidas pode esperar?

 

Fernão Dias – Esse preparo tem que ser feito, por sinal, agora, no primeiro período das chuvas, que vai de outubro a janeiro. Não vai pertencer à nossa administração. Mas, evidentemente, se eleito, eu já vou participar de um governo de transição e isso vai ser uma prioridade nossa. Vamos fazer a contenção das águas, com a Defesa Civil totalmente equipada para atender as pessoas. Caso haja as enchentes, daremos amparo às famílias de uma maneira eficaz, mas o principal será a contenção das águas e isso tem que ser feito nesse primeiro momento, nesse governo de transição.

 

Fred Zenorini – Precisamos cuidar para que a limpeza dos córregos e ribeirões ocorra periodicamente, bem como das bocas de lobo. Nesse sentido, cabe a participação da Secretaria de Obras, em parceria com a de Meio Ambiente. Falando em Meio Ambiente, um projeto de Educação Ambiental, orientando a população para não jogar lixo nos córregos é fundamental. Mas, para isso, precisamos de secretarias comprometidas com o município e atuando de forma integrada.

 

Renato Frangini – Estamos preparados para enfrentar o problema das enchentes. Assim que assumirmos, iniciaremos a limpeza dos ribeirões e a limpeza dos bueiros. Vamos fazer um plano emergencial de uma limpeza imediata dos ribeirões, bem como das bocas de lobo, dos bueiros, e vamos providenciar a construção dos piscinões para minimizar o problema. Nós temos já um estudo pré-preparado de macrodrenagem. Isso inclui algumas providências a mais, como a construção de pelo menos quatro piscinões.

 

Gustavo Sartori – Sem dúvida, eu já tenho um compromisso com os moradores da Vila Malva, do Jardim Califórnia, do Lavapés e comerciantes da José Gomes da Rocha Leal, que são pontos que são atingidos com frequência pelas enchentes. Qual é o compromisso? Que no dia 2 de janeiro de 2013, eu, Gustavo Sartori, junto ao Dr. Antônio Ricardo, meu vice, e toda a equipe da Secretaria de Serviços Municipais vamos iniciar um trabalho intenso, já iniciando a limpeza dos ribeirões, desde o Lago do Taboão, próximo ali ao banco, até ao Popó. Nós vamos começar com duas equipes e vamos trabalhar intensamente para que as pessoas minimizem os seus sofrimentos. De outra parte, vamos montar uma estratégia muito forte de outubro a dezembro para o trabalho preventivo com essas famílias. Dessa forma, a gente vai minimizar de imediato esse problema em janeiro e fevereiro de 2013. A longo prazo, nós vamos construir piscinões em Bragança Paulista, vamos fazer um trabalho com o Ministério Público e cuidar muito da nossa cidade e limpeza dos ribeirões, fazendo com que a população se conscientize também da necessidade da limpeza dos rios.

 

João Carlos Carvalho – Estou preparado para enfrentar essa questão. Assumindo a Prefeitura em janeiro, nós já vamos tomar providências com relação ao nosso programa de governo para o combate às enchentes na drenagem urbana. Temos um projeto piloto de limpeza, principalmente no ribeirão da região da Vila Malva e das travessas da Avenida José Gomes da Rocha Leal com a Avenida dos Imigrantes. Temos um planejamento que entendemos que precisamos contratar uma empresa especializada na limpeza dos ribeirões, posteriormente, avançarmos num projeto de canalização, principalmente do ribeirão que nasce no alto do Lago do Taboão e se estende até a Vila Malva, até o Popó e chega até o Rio Jaguari. Nossa intenção, nas áreas urbanas, é promover a canalização dos nossos ribeirões, porque os exemplos estão aí. Os trechos dos ribeirões em Bragança, dentro da cidade, que foram canalizados, não produzem cheias. E vamos promover também um grande programa de drenagem urbana em nosso município. Estou preparado para enfrentar a questão das enchentes.

 

 Jornal Em Dia – Um grave problema que sua gestão terá pela frente logo no ano que vem é decidir o que fazer com os profissionais da Educação que evoluíram por meio de diplomas de cursos à distância, feitos em instituições de idoneidade duvidosa. Como pretende lidar com essa situação?

 

Fernão Dias – Até na qualidade de uma pessoa legalista, eu precisava ter contato com o processo, tanto administrativo quanto algum eventual processo civil ou criminal que tenha. Eu não tive esse contato com o processo, eu não sei da irregularidade ou da ilegalidade desses diplomas ainda, até porque eu não tenho acesso à Prefeitura. Então, é uma resposta que eu prefiro deixar para responder em outra oportunidade. Mas tudo será bastante transparente.

 

Fred Zenorini – Esse é um exemplo de falta de critério e planejamento. Eu vejo com bons olhos, que se fosse bem aplicada, seria uma medida de incentivar a capacitação, atualização, a qualificação e o aperfeiçoamento dos nossos professores. Nada mais justo que isso seja refletido na remuneração dos profissionais da educação. Eu, como educador, acho isso fundamental. Por outro lado, como isso foi feito sem critério, sem planejamento, acabou-se dando essa brecha, e criou-se esse imbróglio entre Prefeitura e profissionais da Educação. É um problema que vamos ter que lidar, rever esse enquadramento, para que isso seja feito com critério.

 

Renato Frangini – Já me reuni com muitos desses profissionais e o que nós pretendemos fazer? Agora, neste momento antes da eleição, não podemos fazer nada porque nós desconhecemos o processo de cada um deles. O que nós nos comprometemos a fazer com os profissionais da Educação é analisar cada um dos casos, porque cada caso tem a sua particularidade. Nós prometemos que nós vamos reavaliar, com toda crítica, garantindo a segurança dessa análise, mas só a partir do momento que nós assumirmos a administração. No momento, nós entendemos que nós não criamos o problema e que não temos ainda condição de resolver esse problema e nem de opinar a respeito de cada um dos casos porque nós não temos conhecimento de cada um deles.

 

Gustavo Sartori – Já temos um corpo técnico atuante na área da Educação, é uma área que vamos aplicar recursos infinitos, para dar uma qualidade de ensino para as nossas crianças e para os nossos jovens. Tem uma equipe técnica que está trabalhando conosco, tivemos reuniões com vários professores e diretores para saber de que forma vamos melhorar a questão da nossa cidade em ensino de qualidade. Vamos aplicar recursos para mais de duas mil pessoas ligadas à área da Educação no nosso município e vamos dar plano de cargos e carreira, incentivar na evolução, mas tendo uma contrapartida e resolvendo o problema da nossa cidade. Se for alguma coisa duvidosa, se teve alguma coisa que não está a contento no magistério municipal e da expectativa das crianças e dos pais, nós vamos rever. A nossa administração não tem vínculo, não tem rabo preso, e acima de tudo, quer prestar um serviço moderno, coerente e eficaz na área da Educação para a nossa cidade.

 

João Carlos Carvalho – É uma situação bastante polêmica. Pelas informações que tenho, foi feita uma sindicância na Prefeitura e há uma denúncia no Ministério Público. Eu tomando posse, vou chamar o futuro secretário de Educação, vou me inteirar realmente do assunto e vamos ver quem aceitou esse diploma, sem verificar e perceber que aquilo poderia estar sob alguma desconfiança. Hoje, diretamente, não culpo nenhum dos professores que fizeram os cursos, eles estavam autorizados a fazer os cursos. Agora, quem recebeu, quem tinha que checar a veracidade dos documentos, não eram os professores, era alguém da Secretaria de Educação, que deixou passar e devemos investigar quem são os culpados.

 

Jornal Em Dia – A Secretaria de Cultura é uma das pastas que tem tido a menor parcela do Orçamento Municipal. Além disso, boa parte do valor é destinada ao Carnaval. Qual será sua ação nesse setor? Pretende repassar a realização do evento para a Liesb (Liga Independente das Escolas de Samba de Bragança Paulista)?

 

Fernão Dias – A Liesb está com um processo em pendência que depende da autorização do Tribunal de Contas para que o repasse de subvenção possa ser feito a ela. De qualquer forma, o Carnaval de 2013 já está garantido porque os repasses serão feitos diretamente às escolas de samba. Isso já está definido, caso nós assumamos a Prefeitura. E sobre a verba, pretendemos aumentar o orçamento da Cultura, vamos tirar de algum lugar para passar mais para a Cultura. Vamos fazer núcleos culturais nos bairros afastados, com bibliotecas, teatro e cinema itinerante. Além da implantação do CEU (Centro Educacional Unificado) no Parque dos Estados, que será uma área agregada à cultura, educação, esporte e lazer. Esse vai ser um investimento do governo federal em Bragança Paulista.

 

Fred Zenorini – Se você entrar no site da Prefeitura, vai se deparar com um orçamento na casa dos R$ 16 milhões. Mas esse orçamento é mentiroso, porque a maior parte dessa verba não se destina efetivamente à Cultura. A verba da reforma do Carrozzo é contada como uma verba da Cultura, então, parece que é uma maravilha. Sabemos que cortando as verbas que já são destinadas, como a reforma do Carrozzo, sobrará apenas R$ 2,5 milhões, o que é muito pouco. Temos um posicionamento com relação ao Carnaval. O problema não é quantia, o problema é quanto isso significa no orçamento da Cultura. Em termos de subvenção, dá cerca de R$ 700 mil, mas se gasta muito com estrutura para que ele aconteça na Passarela Chico Zamper, fica muito caro. Então, a médio e a longo prazo, podemos pensar na construção de um sambódromo, na construção de um espaço, que seria a cidade do samba, para que as escolas possam executar atividades ao longo do ano, dando-lhes condições de terem mais autonomia, até financeira. O que se gasta com estrutura é cerca de R$ 1 milhão por ano. Se esse espaço fosse construído, não teríamos esse gasto tão grande. Com relação a repassar a autonomia para a Liga, é uma coisa que deve ser pensada com carinho, seria uma forma de tirar um peso dessa verba da Cultura.

 

Renato Frangini – Vamos continuar com o Carnaval porque a gente entende que é uma grande manifestação cultural popular. Sem dúvida, é a maior festa popular do mundo. Nós vamos continuar fazendo o Carnaval e um Carnaval de qualidade. A Liesb vai nos ajudar a organizar o Carnaval, uma vez que eles é que entendem de Carnaval. Então, vamos continuar com a parceria com a Liesb sim na elaboração do Carnaval. Vamos oferecer o suporte que é da competência da Prefeitura oferecer. Porque nós entendemos também que o Carnaval bem feito traz muita renda, muita divisa, traz dinheiro para Bragança. E vamos investir na cultura. Esse próximo orçamento, de 2013, já está comprometido, uma vez que ele foi planejado por esta gestão atual. Mas nós pretendemos investir, captar recursos por meio da Lei Rouanet, pretendemos também criar esse grande polo cultural que é o Colégio São Luiz ou Teatro Carlos Gomes junto ao Jardim Público, o centro cultural da zona norte e incorporar o município ao Sistema Nacional de Cultura, que é uma grande rede de informação e articulação. Mas vamos criar e incentivar grandes polos de cultura e vamos investir na cultura, buscando parcerias, trazendo recursos do governo federal e estadual, onde temos grandes parceiros. Então, nossa ideia é fazer um trabalho grande na área de cultura.

 

Gustavo Sartori – A Secretaria de Cultura e Turismo da nossa cidade recebe pouca verba, mas nós temos um lema: fazer mais com menos. A nossa administração vai ser dessa forma. Se o secretário tem pouca verba, ele tem que se virar, tem que demonstrar, correr atrás de parcerias. Infelizmente, a atual administração jamais nos procurou para falar com o secretário de Turismo do estado, que é amigo pessoal do PSB. Vamos repassar um número maior de recursos e vamos ter oficinas nos bairros, tanto na zona urbana quanto na zona rural. Vamos apoiar e incentivar os jovens que queiram fazer alguma atividade cultural. Tive o prazer de encabeçar e liderar a Lei de Incentivo à Cultura do nosso município, na Câmara Municipal, por meio da qual a pessoa apresenta um projeto individual ou coletivo e recebe verbas do IPTU para o seu projeto. É dessa forma que vamos melhorar a situação. Quanto ao Carnaval, vamos fazer um trabalho, vamos conversar com os presidentes de escolas de samba e achar um consenso entre a administração e as escolas de samba. Sabemos que é muito importante o Carnaval, vamos apoiá-lo, mas também temos que ver de que forma a gente consegue, aos poucos, dar vida, dar condição às escolas de samba para a cada ano construir um Carnaval melhor, mais bonito, mais agradável, mas com menos recursos públicos.

 

João Carlos Carvalho – Primeiro, a Liesb precisa provar que tem competência para fazer o Carnaval sozinha. Porque se ela não tiver competência, a Prefeitura vai continuar fazendo, da mesma maneira que é. Eu estive sendo sabatinado por alguns membros de escolas de samba e a diretoria da Liesb e eu perguntei se eles tinham um projeto para o Carnaval em Bragança, sem a parceria da Prefeitura. E eles disseram que não têm. Provavelmente, a Prefeitura terá ainda que em 2013, na minha administração, continuar fazendo o Carnaval. Num segundo momento, teremos que sentar com essa própria  Liesb, com os presidentes das escolas de samba e fazermos um grande planejamento estratégico para o Carnaval de 2014. Tenho, dentro do meu plano de governo, a previsão da construção de uma passarela do samba, no terreno da antiga Austin, no Parque Brasil. Se a Liesb não se estruturar, não se organizar, não vejo por onde dar o Carnaval para a Liesb, sem a mínima estrutura. A questão do orçamento da Secretaria de Cultura, queremos realmente melhorar, mas também por meio de recursos extra orçamentários, através de emendas parlamentares de deputados.

 

Jornal Em Dia – Que destino pretende dar para a Concha Acústica, que custou aos cofres públicos quase R$ 1 milhão, assim como para os demais próprios públicos que estão abandonados, como as praças e ciles?

 

Fernão Dias – Temos que revitalizar todos esses próprios públicos. A Concha Acústica, ela não pode ser destruída, mas ela tem que ser mais bem aproveitada, e já existe projeto no nosso plano de governo, inclusive com o fomento da cultura naquele espaço. Também naquele espaço, vamos melhorar o local da feira livre, adequando-a, todo o entorno da Concha Acústica precisa ser melhorado. Os ciles estão totalmente abandonados, vamos reformá-los. O fomento do esporte amador, o esporte de competição, como eu digo, depende muito dessas pequenas praças. É ali que vão surgir nossos atletas. Então, os ciles serão reformados e fiscalizados, para que não haja mais depredação. É o que eu sempre falo, vamos resolver os problemas que já estão aí, não criar, não inventar a roda, esse é o grande segredo da administração, fazer funcionar tudo o que está aí.

 

Fred Zenorini – O caso da Concha Acústica é emblemático. Mostra-se como não se deve investir o dinheiro público, principalmente na cultura, que já tem uma verba vergonhosa, minguada. Nós acreditamos que é fundamental ouvir a população, por meio de nossa proposta dos conselhos populares. Se nós tivéssemos conselhos municipais que realmente funcionassem, não teríamos problemas como esse, porque o Conselho Municipal de Cultura deveria ter total autonomia para elaborar, em conjunto com a Secretaria de Cultura, um projeto como esse. Afinal, a concha não é acústica, não é usada para o fim que se destina. É lamentável que tenhamos um gasto vultoso desse, e praticamente não é utilizado. Falando das praças e ciles... Quando se construiu o ciles do São Lourenço, se tinha monitores trabalhando, funcionava quase que como um clube, com atividades de esporte e lazer. Hoje, estão abandonados. Nossa proposta é que se coloquem profissionais da área da Educação Física, contratados pela Prefeitura, para dar orientações à população e isso com certeza vai refletir positivamente na saúde pública, com melhora da qualidade de vida.

 

Renato Frangini – Pretendemos reformular aquela Concha Acústica. Nós achamos que ela está mal colocada, ela tem uma concepção errada e pretendemos mantê-la como um polo cultural, com espetáculos constantes para a população. Vamos utilizar sim o espaço, mas reformulado como um dos polos culturais. Os outros prédios abandonados, por exemplo, o Colégio São Luiz, o Teatro Carlos Gomes, nós pretendemos fazer sim a restauração e integrar o Teatro Carlos Gomes ao Jardim Público, fazendo ali um grande Centro Cultural, com exposições e espetáculos frequentes, como uma referência para a região de Bragança. Nós vamos também reformular e restaurar todos os ciles, inclusive com a troca dos equipamentos por um material que não enferruje, que traga menos riscos para a população. Vamos construir outras áreas de lazer, vamos fazer um grande centro cultural para espetáculos contínuos na zona norte e pretendemos fazer ali exposições de cultura, espetáculos frequentes e até diários. E também vamos inovar com uma unidade móvel de espetáculos itinerantes de teatro, cultura e arte para os bairros mais afastados e para a zona rural.

 

Gustavo Sartori – Nós já fizemos um levantamento. Sabemos que praças e ciles têm que ser revitalizados, reformados, dar uma condição muito forte para eles porque, às vezes, no bairro, é o único local que os moradores têm para diversão, para lazer. Os ciles, vamos equipá-los com parquinhos, equipamentos de academia ao ar livre para idosos e adultos, vamos cercá-los, colocar iluminação, bancos e ter uma parceria com a associação do bairro. É dessa forma que nós vamos construir um melhor ciles e uma melhor praça. Vamos arborizar a nossa cidade, vamos colocar muito verde no nosso município, pois acreditamos que colocando inúmeras árvores, sem atrapalhar os pedestres, mas utilizando as nossas praças, fica muito bom o clima no nosso município, tanto é que a nossa cidade é uma estância climática e precisa ter apoio da nossa administração junto ao meio ambiente. Quanto à Concha Acústica, de fato, foi um dinheiro gasto, um dinheiro alto, mas muito pouco utilizada pela Prefeitura. Nossa equipe de planejamento já está discutindo e analisando o que vai ser feito e vamos fazer uma grande consulta popular para o que deva ser feito ali, se utilizamos para shows, como o SESC que queremos trazer para Bragança, ou se vamos utilizar para outro destino, fazer uma praça grande com todos esses equipamentos que eu disse, para crianças, para jovens, mas, acima de tudo, a consulta popular é que vai definir o que vai ser feito na Concha Acústica.

 

João Carlos Carvalho – A Prefeitura precisa retomar a Concha Acústica como patrimônio público da área cultural. Temos que promover eventos culturais, colocar alguém gerenciando aquele prédio público. E com relação aos demais, vamos promover uma grande conservação dos próprios públicos. Vamos recuperar os abandonados e aqueles em que for possível, vamos fazer o fechamento, colocar câmeras de monitoramento, com iluminação e determinar que haja horário para abrir e horário para fechar. Esse negócio de ficar ao deus-dará, não pode. Se não, não consegue manter.

 

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