Bancários seguem em greve por tempo indeterminado

A greve dos bancários, que começou no dia 18, terça-feira, ganha força dia após dia. Na última sexta-feira, 21, por exemplo, o Sindicato dos Bancários de Bragança Paulista e Região informou que cerca de 300 trabalhadores de Bragança cruzaram os braços, o que corresponde a 82,35% da categoria.

O movimento começou na cidade com pouco mais de 70% de adesão.

Ainda sem uma proposta razoável por parte da Fenaban (Federação Nacional dos Bancos), os bancários pretendem seguir com a greve por tempo indeterminado.

Algumas das reivindicações dos bancários são: reajuste de 10,25%; piso salarial de R$ 2.416,38; PLR (Participação nos Lucros e Resultados) de três salários mais R$ 4.961,25 fixos; Plano de Cargos e Salários para todos os bancários; e elevação para R$ 622,00 dos valores do auxílio-refeição, da cesta-alimentação, do auxílio-creche/babá e da 13ª cesta-alimentação, além da criação do 13º auxílio-refeição; mais contra-ações, proteção contra demissões imotivadas e fim da rotatividade; fim das metas abusivas e combate ao assédio moral; mais segurança; e igualdade de oportunidades.

Apesar da paralisação, todos os serviços que não dependam de atendimento na boca do caixa estão garantidos. Isso inclui, por exemplo, a compensação de cheques e o pagamento de boletos nos caixas eletrônicos.

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