Sinais de mudanças

Felizmente, Bragança Paulista respira novos ares, ares de mudanças, ainda que sejam específicas de determinadas áreas, mas mudanças importantes, porque é da parte que se muda o todo.

Na última semana, ao menos duas notícias sinalizaram essa sensação de que o trato com a coisa pública será feito de forma diferente pela Administração Fernão Dias/Huguette.

A primeira foi a assinatura de um novo contrato para a construção de mais moradias populares no Bragança L.U., onde já estão sendo construídas 145 casas, o que a cidade não vê se concretizar há muitos anos e que interfere diretamente na vida da população mais carente.

Alguns poderão dizer que contratos podem não sair do papel, mas, quem acompanha o ritmo das obras nesse mesmo loteamento, na região do Jardim Águas Claras, nota que o número de funcionários empenhados em concluir os serviços das 145 casas é muito superior ao flagrado em qualquer outra obra pública que a cidade vivenciou na última década. Por isso, a esperança de que, a partir de agora, o povo mais necessitado realmente terá vez na contemplação do maior sonho dos brasileiros: ter sua casa própria.

Outro ponto que nos chamou atenção é o aviso de abertura de licitação, por parte da Agência PCJ, para a contratação de empresa especializada que fará a elaboração de um Plano de Saneamento Ambiental.

Conforme os leitores podem acompanhar, por meio de matéria nesta página, o plano abrangerá quatro eixos. Dois deles se referem aos serviços que a Sabesp presta atualmente no município e pelos quais é muito criticada. Tomando a decisão de elaborar o plano, a atual gestão mostra que não está preocupada em discutir apenas questões isoladas, contratos determinados, mas, sim, que quer firmar políticas públicas sólidas de melhorias efetivas para a população.

Ao que tudo indica, a administração do prefeito Fernão Dias não se limitará a discutir se o município firma ou não novo contrato com a Sabesp, com a Embralixo e demais empresas, mas discutirá a situação atual da cidade, traçando estratégias e metas, para somente depois disso discutir se tais empresas poderão atender ao que o município necessita.

Atitudes como essas, se bem as estamos compreendendo, são louváveis, já que até agora o que a história recente nos registra são governos preocupados com a política do “toma lá dá cá”, ou seja, que fazem acordos com empresas de prestação de serviços a fim de obterem benefícios, seja em suas campanhas, seja na vida particular.

Esperamos que nossa compreensão sobre essas medidas não esteja equivocada e que essa nova maneira de agir se espalhe por todos os setores da Prefeitura, pois, assim, o município certamente respirará ares de progresso.

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