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Educação

Secretaria de Educação afirma que reorganização de turmas não ultrapassa os níveis determinados pelo Plano São Paulo

O Jornal Em Dia entrou em contato com o secretário municipal de Educação, Adilson Condesso, para obter um posicionamento da pasta a respeito de relatos  que têm chegado à redação e foram apresentados em matéria publicada na quarta-feira, 10, que pode ser lida aqui:

http://www.jornalemdia.com.br/noticias/retorno-as-aulas-presenciais-ainda-gera-preocupacao.html

De acordo com a Secom - Secretaria de Comunicação Social do município, a quem foi enviado o e-mail destinado ao secretário, a Secretaria Municipal de Educação traz as seguintes respostas às perguntas feitas pelo jornal: 

Jornal Em Dia: Recebemos relatos de que há uma defasagem em relação ao número de professores substitutos e que o problema costumava ser solucionado com a junção das turmas. Como será solucionado agora, em que é necessário o distanciamento social?

Secretaria de Educação:  Não houve, desde 2017, qualquer orientação nesse sentido. Caso tenhamos afastamentos superiores às condições de atendimento da escola, será adequado o percentual de atendimento ou, na atual e inédita situação, reorganização de turmas, sem jamais ultrapassar os níveis determinados no Plano SP.

Jornal Em Dia: A secretaria cogita reduzir o tempo presencial de alunos e professores, assim como tem acontecido na rede estadual, já que  algumas famílias optaram por manter as crianças apenas no ensino remoto?

Secretaria de Educação: No momento, não.

Jornal Em Dia: Há a reclamação de que as máscaras oferecidas às crianças são grandes, o que impossibilita que parem no rosto, e grudam na boca quando a pessoa fala. Como esse problema pode ser resolvido?

Secretaria de Educação: As máscaras foram doadas a partir de parceria com o Fundo Social de Solidariedade. Casos específicos serão verificados e, havendo necessidade, encaminhadas máscaras menores. Já há levantamento em andamento.

Apesar de a Secretaria de Educação afirmar que não há orientação de junção de turmas na ausência de professores, de acordo com informações recebidas pelo Jornal Em Dia, a prática já foi adotada em algumas escolas na primeira semana de retorno das aulas presenciais, por insuficiência de cargos de professores substitutos, e não está atrelada ao afastamento, mas sim às faltas dos servidores.

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