A Prefeitura realizou licitação do tipo Concorrência Pública para definir a empresa responsável pela execução dos serviços de reforma e revitalização do Palácio Santo Agostinho.
Segundo a assessoria da Administração Municipal, o prédio necessita de reparos, pois está apresentando problemas estruturais como na rede elétrica, que é muito antiga e não comporta mais a necessidade de uso atual. Também há goteiras e infiltrações, dentre outras complicações.
“Todos os pontos previstos na reforma da edificação foram projetados seguindo as necessidades apontadas em vistorias feitas criteriosamente. O projeto de readequação ainda propõe mais acessibilidade, pensando em atender todos da melhor maneira, principalmente os portadores de alguma deficiência ou dificuldades de locomoção”, informou a Prefeitura.
A execução terá duas fases; na primeira, será instalado piso vinílico sobre o piso já existente, demolição de divisórias e forro, parte hidrossanitária, incluindo substituição de louças e reservatórios, rede de proteção contra incêndios e revisão da cobertura. Na segunda etapa, será feita demolição do reservatório em concreto armado, já desativado anteriormente, e instalado novo reservatório metálico, novos pisos e revestimentos, instalação de ar-condicionado e rede de dados.
Nove empresas se classificaram no certame, apresentando os seguintes valores: Levig Engenharia Construções e Comércio Ltda. (R$ 2.498.258,32), Shop Signs Obras e Serviços Ltda. (R$ 2.529.577,90), Pex Incorporação e Construção Eireli (R$ 2.534.482,68), Teto Construtora S/A (R$ 2.656.671,23), Imprej Engenharia Ltda. (R$ 2.699. 428,43), Açovia Ind. e Com. de Est. Met. e Pré-Moldados Eireli (R$ 2.848.683,57), Tera Incor-poradora e Construção Ltda. (R$ 2.864.712,29), Deliberali Serviços e Construções Eireli (R$ 3.170.069,72) e TD Construções, Redes e Instalações de Gás Eireli (R$ 3.200. 808,74).
O valor da reforma estava orçado em R$ 3.200.808,74 milhões, com prazo de execução de seis meses. A adjudicação e homologação ainda serão publicadas na Imprensa Oficial.
O Palácio Santo Agostinho foi tombado como Bem Cultural Artístico, por meio do Decreto nº 11.302, em dezembro do ano 2000. A obra será feita com recursos da Caixa Econômica Federal, parte integrante da Operação de Crédito, no âmbito do Programa de Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento (Finisa).
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