De acordo com dados divulgados nesta quarta-feira, 15, pela Secretaria de Saúde, o município registrou mais 50 novos casos de coronavírus nas últimas 24 horas. Além disso, houve um novo óbito suspeito em decorrência da doença.
Em meio aos pacientes recém-diagnosticados, há pessoas de ambos os sexos, com idades que variam de sete a 80 anos. Dentre eles, há um paciente do sexo masculino, de 41 anos, em leito de UTI (Unidade de Terapia Intensiva). Os demais estão orientados a permanecer em isolamento domiciliar.
Já o óbito em investigação refere-se a um paciente do sexo masculino, de 94 anos, que foi atendido pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel) e evoluiu a óbito.
A pasta também informou que 18 casos que estavam em análise foram descartados para Covid-19.
Agora, a cidade soma 1.702 casos notificados, dos quais 972 foram confirmados, 576 foram descartados e 154 casos são suspeitos, aguardando resultados de exames.
Dentre as pessoas que testaram positivo para o coronavírus, 422 estão orientadas a permanecer em isolamento domiciliar e 19 estão hospitalizadas. Já entre as que estão com suspeita da doença, 138 devem permanecer em isolamento e outras 14 estão em hospitais.
A taxa de ocupação de leitos, segundo a secretaria, é de 66,6% em UTIs e de 76,6% em enfermarias.
No total, 508 pacientes já se recuperaram da Covid-19; por outro lado, houve 23 óbitos confirmados e dois suspeitos.
A Secretaria Municipal de Saúde atualiza diariamente os casos de coronavírus em Bragança Paulista em suas páginas nas redes sociais.
MUDANÇAS NO COMÉRCIO
Após ser notificado pelo governo estadual por não cumprir as diretrizes do Plano São Paulo, que objetiva conter a pandemia do coronavírus, o município passou a adotar novas medidas com relação ao comércio a partir desta quarta-feira, 15. As principais alterações são a suspensão do rodízio, o fechamento de supermercados aos fins de semana e a redução no horário de funcionamento do comércio não essencial.
No entanto, Bragança Paulista ainda não segue à risca a orientação do governo estadual, que classifica a cidade na zona vermelha, em que o funcionamento de comércios não essenciais é proibido.
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