A polêmica que envolve a reforma e restauro do prédio histórico que abrigou o Teatro Carlos Gomes e o Colégio São Luiz, dentre outras instituições, se arrasta sem solução.
Em junho de 2010, após um incêndio no imóvel, a Prefeitura assinou com a Fupam (Fundação para Pesquisa Ambiental) convênio para execução do projeto de reforma e restauro do prédio. Naquele mesmo ano, em dezembro, um convênio com o Departamento de Apoio e Desenvolvimento às Estâncias (Dade) foi firmado, para execução da obra.
Quase um ano depois, começavam a surgir questionamentos, por parte de vereadores, sobre o convênio feito com a Fupam, sem licitação. Nessa mesma época, integrantes do MOB (Movimento Outra Bragança) começaram a se manifestar a favor da obra, independentemente de investigações sobre o convênio, já que o caso foi denunciado ao Ministério Público (MP).
Duas passeatas foram organizadas pelo grupo, que convocou ativistas culturais a participar do movimento, recebendo adesão.O MOB também foi responsável por um abaixo-assinado que foi entregue ao MP pedindo o início das obras simultaneamente ao prosseguimento das investigações.
Em meados do ano passado, a licitação para contratação de empresa para realizar a obra foi realizada e a empresa vencedora definida: Flasa Engenharia e Construções Ltda.
Porém, até agora, a ordem de serviço para início dos trabalhos não foi assinada pelo prefeito João Afonso Sólis (Jango). Diante da situação, o MOB vem a público novamente em defesa da obra, que pretende transformar o prédio histórico em um Centro Cultural. Os integrantes do movimento estão solicitando que o prefeito assine a ordem de serviço, para que a empresa definida por meio de licitação possa iniciar os trabalhos.
Para tanto, o MOB está produzindo e postando nas redes sociais alguns vídeos. Os interessados podem conferir a cobrança do grupo nos seguintes links: http://youtube/_Kfwndn3kC4; http://youtu.be/1HzRDlBMyJk; http://youtube/rCnmYL547sY.
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