Catedral Nossa Senhora da Conceição:
- Domingo às 10h (Missa da Família) e 19h30;
- 2ª feira às 12h;
- 3ª feira às 16h;
- 4ª feira às 16h;
- 5ª feira às 16h e 19h30;
- 6ª feira às 15h (Missa dos Enfermos e Idosos);
- Sábado às 16h e às 19h30.
- 3ª feira às 7h com bênção e distribuição do Pão de Santo Antônio;
- 5ª feira às 12h;
- Domingo às 7h30, 11h30 e 17h.
Todos os controles sanitários serão mantidos, como medição de temperatura, utilização de álcool (70º), uso de máscara e distanciamento mínimo de 1,5 m, no espaço interno da Igreja.
Continuam pelo Facebook – meio social da Paróquia – e pelo YouTube, a missa de segunda-feira às 12h; de terça-feira a sábado às 16h; a missa dominical às 8h, transmitida pela TV, no canal Altiora, após, A Voz do Pastor; a missa das 16h30; e a das 19h30, irradiada pela Rádio Bragança AM 1310.
Obs.: Nas capelas, não houve retorno para celebração de missas.
Todo domingo na Catedral: almoço saboroso das 11h às 14h. Retire na hora pelo portão da igreja (ao lado do Santander).
Reservas: (11) 4033-0470.
Dia 7 – Nossa Senhora no Sábado, São Sixto 2º papa e companheiros mártires, São Caetano.
Dia 8 – 19º Domingo do Tempo Comum / São Domingos Gusmão, Santo Emiliano.
- Dia dos Pais, Dia das Vocações Matrimoniais, início da Semana Nacional da Família e Dia Mundial do Pedestre.
Dia 9 – Santa Edith Stein (Santa Teresa Benedita da Cruz).
- Dia Internacional dos Povos Indígenas.
Dia 10 – São Lourenço, diácono mártir.
Dia 11 – Santa Clara, Santa Filomena.
- Dia do Advogado, Dia do Estudante.
Dia 12 – Santa Joana F, Chantal, Santo Êuplio.
- Dia Internacional da Juventude.
Dia 13 – Santa Dulce dos Pobres, Santos Ponciano e Hipólito.
- Dia do Economista.
Dia 14 – São Maximiliano Kolbe, presbítero e mártir.
- Dia de Combate à Poluição, Dia do Cardiologista.
Dia 15 – Assunção de Nossa Senhora, Nossa Senhora da Boa Viagem, Nossa Senhora da Saúde, São Tarcísio.
Terça, quarta e sexta-feira – Das 9h30 às 11h30 e das 13h30 às 16h.
Quinta e sexta-feira – Das 8h às 12h30 e das 13h às 17h30.
(Tel.: 4033-0470)
- Segunda e sexta-feira – Das 8h às 12h e das 13h30 às 17h.
- Terça-feira – Das 6h às 10h30 e das 13h30 às 17h30.
Quarta-feira – Das 8h30 às 12h30 e das 13h30 às 17h30.
(Tel.: 2277-3988)
- Quinta-feira – Das 8h às 13h e das 10h30 às 17h.
- Sábado – Das 9h às 12h30 (atendimento da Igreja do Rosário para noivos e outras informações).
Ser pai é ser criança,
Aprendendo e vivendo sempre coisas novas e
boas, pois apenas assim é que se cresce.
Ser pai é ser filho,
seguindo e trilhando os rumos traçados pelos
pais,
pois eles só querem o nosso bem.
Ser pai é ser irmão,
sendo um pai para os irmãos mais novos e
mais velhos,
pois desta maneira se treina para a
paternidade.
Ser pai é ser amigo,
Compreendendo e ajudando os amigos que
precisam de pai,
pois eles retribuirão com carinho e amizade.
Ser pai é ser avô,
Observando e encaminhando os filhos a serem
bons pais,
pois eles conseguirão a maturidade.
Ser pai é ser mestre,
espalhando sabedoria e conhecimentos,
pois é desta forma que se constrói um mundo
melhor, mais humano e justo.
Ser pai é ser pai,
orientando e encaminhando os filhos a
seguirem o bom caminho,
pois somente deste modo se obtém a felicidade.
Ser pai é ser como Cristo,
educando e praticando seus sentimentos,
pois é assim que se conquista a bênção de
Deus.
Feliz Dia dos Pais!
“Dízimo na comunidade é questão de coragem e perseverança. É partilha do coração, do trabalho, dos ideais e dos bens. Simplesmente é um ato de amor a Deus e ao próximo”.
Se você pode, doe!
Ajude a nossa Paróquia a continuar sua missão evangelizadora.
- Na Caixa Econômica Federal: Ag. 0293/003, c/c 3040-5
- No Banco Itaú: Ag. 0680, c/c 00254-0
- Via PIX: CNPJ 45613668/0004-95
“Para alguém que tenha fé, nenhuma explicação é necessária. Para aquele sem fé, nenhuma explicação é possível”. (Papa Francisco)
“A natureza pode suprir todas as necessidades do homem, menos a ganância”.
(Mahatma Gandhi)
Salmo 17: “Eu vos amo, ó Senhor, sois minha força e salvação”.
Êxodo 20,2-17 - 15Não roubarás.
Deuteronômio 5,6-21 - 19Não roubarás.
Fórmula Catequética - Não furtar.
O sétimo mandamento, em sua fórmula catequética, diz: “não furtar”. O antigo testamento prescreveu: “não roubarás”. Na legislação criminal brasileira, há diferença entre as duas ações. Enquanto furtar significa tomar algo de alguém às escondidas, sem violência, roubar significa tomar algo do outro mediante a força e a violência. Ao primeiro, o furto, aplica-se uma pena mais leve, enquanto ao segundo, o roubo, aplica-se uma pena maior em virtude da violência empregada.
O sétimo mandamento proíbe tomar ou reter injustamente os bens do próximo ou lesá-lo, de qualquer modo, nos mesmos bens. Prescreve a justiça e a caridade na gestão dos bens terrestres e dos frutos do trabalho dos homens. Exige, em vista do bem comum, o respeito à destinação universal dos bens e ao direito de propriedade privada. A vida cristã procura ordenar para Deus e para a caridade fraterna os bens deste mundo (CIC 2401).
O direito à propriedade privada, adquirida ou recebida de modo justo, não abole a doação original da terra a toda humanidade (cf CIC 2403). A propriedade de um bem faz de seu detentor um administrador da Providência, para fazê-lo frutificar e para repartir os benefícios dessa administração a outros, seus parentes, em primeiro lugar (cf CIC 2404). A autoridade política tem o direito e o dever de regulamentar, em função do bem comum, o exercício legítimo do direito de propriedade (cf CIC 2406).
Em matéria econômica, o respeito à dignidade humana exige a prática da virtude da “temperança”, para moderar o apego aos bens deste mundo; da virtude da “justiça”, para preservar os direitos do próximo e lhe dar o que lhe é devido; e da “solidariedade”, segundo a liberalidade do Senhor, que “se fez pobre, embora fosse rico, para nos enriquecer com sua pobreza” (cf CIC 2407).
O sétimo mandamento proíbe o “roubo”, isto é, a usurpação do bem de outro contra a vontade do proprietário (cf CIC 2408).
Toda maneira de tomar e de reter injustamente o bem do outro, mesmo que não contrarie as disposições da lei civil, é contrária ao sétimo mandamento. Assim como reter deliberadamente os bens emprestados ou objetos perdidos, defraudar no comércio, pagar salários injustos, elevar os preços, especulando sobre a ignorância ou a miséria alheia (cf CIC 2409).
O domínio concedido pelo Criador sobre os recursos minerais, vegetais e animais do universo não pode ser separado do respeito às obrigações morais, inclusive para com as gerações futuras (cf CIC 2456).
O próprio homem é o autor, o centro e o fim de toda a vida econômica e social. O ponto decisivo da questão social é que os bens criados por Deus para todos de fato cheguem a todos, conforme a justiça e com a ajuda da caridade (cf CIC 2459).
O valor primordial do trabalho depende do próprio homem, que é seu autor e destinatário. Por meio de seu trabalho, o homem participa da obra da criação. Unido a Cristo, o trabalho pode ser redentor (cf CIC 2460).
A esmola dada aos pobres é um testemunho de caridade fraterna; é também uma prática de justiça que agrada a Deus (cf CIC 2462).
Na multidão de seres humanos sem pão, sem teto, sem terra, como não reconhecer Lázaro, mendigo faminto da parábola (Lc 16,19-31)? Como não ouvir Jesus, que diz: “Foi a mim que o deixastes de fazer?” [(Mt 25,45); (cf CIC 2463)].
(Continua)
Paulo Trujillo Moreno
Pastoral Familiar e Litúrgica da Paróquia de São Benedito
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