Nos dias 9 e 10 de agosto, a Diocese e a Cáritas Diocesana de Bragança Paulista realizam a abertura da 5ª Semana Social Brasileira. O evento ocorre no Teatro da Santa Terezinha, às 19h30, e faz parte da Ação Evangelizadora da Igreja desde 1991 como proposta da CNBB (Confederação dos Bispos do Brasil) para comemorar a Edição da Encíclica Rerum Novarum do Papa Leão XIII que fundou, para os tempos modernos, os princípios da doutrina social da Igreja Católica.
Conforme explicou o coordenador da Cáritas Diocesana de Bragança Paulista, Valter Luiz Lara, participarão do evento Paulo Vanucchi, que foi o primeiro secretário dos Direitos Humanos no Brasil, e representantes da Secretaria Nacional dos Direitos Humanos.
No Brasil, a Semana Social é uma convocação da Igreja para que todo o povo participe, de forma organizada e pacífica, por meio de seminários, estudos, fóruns de reflexão e debate, do levantamento de propostas e alternativas que testemunhem caminhos de transformação e justiça social. Esta será a primeira vez que Bragança Paulista realiza o evento.
Valter comentou que a 5ª Semana Social Brasileira abordará um tema que retoma a 2ª semana (Brasil: alternativas e protagonistas – o Brasil que temos e o Brasil que queremos) numa ótica nova e mais específica: pensar o Estado na ótica das necessidades da sociedade e de uma representação mais democrática.
“Desse modo, mergulhada nos anseios atuais das forças organizadas da sociedade civil que buscam avançar na participação mais efetiva e democrática da população e que vemos acontecer em iniciativas como lei contra a corrupção eleitoral, ficha limpa e outras iniciativas de controle e fiscalização dos poderes públicos é que a Igreja propôs a 5ª Semana Social Brasileira cujo tema é a participação da sociedade no processo de democratização do Estado e o lema é: um novo Estado, caminho para uma nova sociedade do bem viver – Estado para que e para quem?”, contou Valter Luiz Lara.
A abertura da 5ª Semana Social Brasileira, realizada pela Diocese de Bragança Paulista, pretende reunir “representantes e lideranças da sociedade civil e agentes de pastoral para refletirmos propostas de mudanças na esfera de atuação do Estado que precisa abrir-se para realmente cumprir sua função de serviço ao povo”, diz o coordenador da Cáritas Diocesana.
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