Celebremos a vida que se renova sempre em desafios e bênçãos,
E que esses dois se confundam, ao ponto de acharmos mesmo que
o Pai,
Em sua infinita sabedoria nos abençoa com desafios,
Porque pai amável como é não quer ver seus filhos estagnados,
Antes, os quer crescendo em aprendizado e ternura.
Celebremos a graça de sermos salvos pelo Amor para o Amor,
E a imortalidade desse sentimento insano e divino.
Celebremos as infinitas possibilidades de praticar esse amor,
Que é mesmo na pratica que ele se materializa, espelhando Cristo.
Celebremos a chegada do Cristo-menino, o Deus feito carne,
O amor materializado, entregue à missão de nos ensinar a amar,
E tanto e tão profundamente,
Que a própria morte não lhe representa impedimento ou sequer
obstáculo.
Celebremos o Natal dos miseráveis,
Maltrapilhos em quem o menino-Deus fez morada,
Por não haver neles nenhum resquício de ego ou culpa ou desculpa,
Que os impedisse de amar em entrega e sem receio algum.
Celebremos a Vida que superabunda quando vivida nEle,
Na simplicidade do menino da manjedoura.
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