Celebremos!

Celebremos a vida que se renova sempre em desafios e bênçãos,

E que esses dois se confundam, ao ponto de acharmos mesmo que

o Pai,

Em sua infinita sabedoria nos abençoa com desafios,

Porque pai amável como é não quer ver seus filhos estagnados,

Antes, os quer crescendo em aprendizado e ternura.

 

Celebremos a graça de sermos salvos pelo Amor para o Amor,

E a imortalidade desse sentimento insano e divino.

 

Celebremos as infinitas possibilidades de praticar esse amor,

Que é mesmo na pratica que ele se materializa, espelhando Cristo.

 

Celebremos a chegada do Cristo-menino, o Deus feito carne,

O amor materializado, entregue à missão de nos ensinar a amar,

E tanto e tão profundamente,

Que a própria morte não lhe representa impedimento ou sequer

obstáculo.

 

Celebremos o Natal dos miseráveis,

Maltrapilhos em quem o menino-Deus fez morada,

Por não haver neles nenhum resquício de ego ou culpa ou desculpa,

Que os impedisse de amar em entrega e sem receio algum.

 

Celebremos a Vida que superabunda quando vivida nEle,

Na simplicidade do menino da manjedoura.

 

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