Na próxima terça-feira, 17 de junho, às 10h, o Programa Papo D’Oro Entrevista recebe um convidado que vem transformando realidades no interior paulista: Atílio Nory. A transmissão será feita ao vivo pelo YouTube do Portal D’Oro e pelo site: www.portaldoro.com.br. Para quem perder o horário, a entrevista completa estará disponível posteriormente na página oficial do programa no Facebook.

Aos 43 anos, Atílio Nory é homem cis gay, natural da cidade de São Paulo e morador de Bragança Paulista desde 2013. Reconhecido por sua atuação em políticas públicas, direitos humanos e igualdade de gênero, Atílio se tornou uma referência na luta por uma sociedade mais justa, acolhedora e inclusiva.
Com mais de uma década de dedicação a projetos sociais e culturais, sua jornada começou em 2008 com ações voluntárias. Foi essa vivência que o impulsionou a fundar o Projeto Rendar, a primeira ONG de Bragança Paulista voltada exclusivamente ao atendimento de mulheres em situação de vulnerabilidade social. A iniciativa oferece cursos de artesanato terapêutico e geração de renda para vítimas de violência doméstica, resgatando sua autoestima e proporcionando-lhes autonomia.
Sua atuação política e institucional também é notável. Ele foi conselheiro titular no Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Mulher, coordenador adjunto da Coordenadoria de Políticas Públicas para Mulheres e assessor administrativo do Fundo Social de Solidariedade. Em sua trajetória, foi responsável por importantes avanços, como a inclusão de homens no Conselho da Mulher – até então restrito ao gênero feminino –, promovendo um debate mais plural sobre as questões de gênero.
Atualmente, Atílio atua como consultor de Políticas Públicas, líder de Desenvolvimento Social na Abracuca (Associação Brasileira de Apoio aos Cuidados com Cannabis), e integra os Conselhos Municipais de Cultura e de Políticas Públicas para Mulheres.
Movido pelo desejo de transformar a escuta em ação, ele resume sua missão com uma frase que carrega consigo como filosofia de vida: “Quero contribuir para florir, potencializando vidas e fortalecendo redes de apoio por meio do afeto e da coragem”.
A entrevista promete reflexões profundas sobre ativismo, empatia, resistência e transformação. Imperdível!
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