Foto: Divulgação/Ministério da Saúde
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Saúde

Vacinação protege crianças e gestantes contra coqueluche

A coqueluche é uma infecção respiratória de alta transmissibilidade, causada por uma bactéria (Bordetella pertussis) que circula em todo o mundo. Assim, é normal que ocorra um aumento de casos da doença em intervalos médios de cinco anos.

Por isso, além de manter a caderneta de vacinação das crianças em dia e das gestantes a cada gestação, é fundamental a manutenção de medidas de vigilância e controle, considerando as características/perfil epidemiológico da doença. Os estudos mostram que a efetividade da vacina aplicada na gestante é de 82% para o bebê.

A coqueluche começa com um resfriado comum, com febre baixa, mal-estar geral, coriza e tosse seca. Gradualmente, a tosse se torna mais intensa, podendo causar vômito e dificuldade de respirar. Justamente por isso, crianças menores de seis meses são mais propensas a formas graves da doença, que podem evoluir para pneumonia, parada cardiorespiratória, convulsões e desidratação.

Em 2024, Bragança Paulista registrou quatro casos confirmados da doença, sendo duas pessoas menores de 1 ano, uma de 15 e outra de 23 anos, todas do sexo feminino.

A vacinação é a principal forma de prevenção contra a coqueluche. No Sistema Único de Saúde (SUS), em atenção ao Calendário Nacional de Vacinação, ela é oferecida para crianças a partir de dois meses de vida até menores de 7 anos, gestantes, puérperas (até 42 dias pós-parto) não vacinadas durante o período gestacional e para grupos prioritários como profissionais de saúde, parteiras tradicionais e estagiários da área da saúde.

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