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Redescobrindo

Sopa de batatas do “Outback”

Inverno é tempo de sopas! Esquentam o corpo e a alma. Desde pequena, minha mãe e minha avó paterna tinham o hábito de preparar sopa para o jantar, independente da época do ano.

Assim, sopa se tornou um prato que tem vindo de gerações em nossa família e, pelo jeito, vai continuar, visto que a sopa de batatas que trago hoje para vocês, leitores, foi preparada aqui em casa pelo meu filho Basílio, que também manda muito bem na cozinha, como o irmão Rafael.

Cada um no seu estilo culinário, tenho a sorte de saborear pratos mais rústicos com o estilo da “comida raiz” que o Rafael prepara não só para a família, mas também para eventos (ele cozinha em escala profissional!) e os pratos mais sofisticados, que são a marca da culinária que o Basílio prepara, como esta sopa que é famosa numa rede chamada Outback Steakhouse, uma cadeia de restaurantes norte-americana de comida casual com 139 restaurantes espalhados pelos estados do Brasil.

- 3 batatas médias (usei 5 pequenas) cortadas em cubos

- 1 cebola picadinha

- Meia xícara (chá) de farinha de trigo

- 200 gramas de bacon picadinho

- 3 colheres (sopa) de manteiga

- 1 litro e meio de caldo de legumes (se não tiver o caldo, use os envelopes dissolvidos na água fervendo)

- 1 pitada de açúcar

- Sal, pimenta do reino e manjericão desidratado a gosto

- 200 gramas de creme de leite (1 caixinha)

Numa panela grande, frite o bacon e reserve. No óleo restante, coloque a manteiga para derreter e frite a cebola rapidamente, só para murchar. Logo depois, misture a farinha de trigo e mexa rapidinho. Coloque o caldo de legumes, misture bem, junte as batatas picadas, a pitada de açúcar, pimenta e manjericão a gosto e deixe ferver.

Em cerca de 20 minutos, mexendo de vez em quando, elas já amolecem. Prove o sal, junte o creme de leite, misture bem e sirva.

Se acaso sobrar, mantenha em geladeira. Para aquecer, pode colocar, se necessário, um pouquinho de leite.

 

Maria Inês de Oliveira Chiarion Zecchini é professora de Educação Infantil nesta cidade e autora do livro “Redescobrindo – receitas da cozinha bragantina”. Faz parte da Associação dos Escritores de Bragança Pau-lista (Ases), foi membro fundadora da Academia Bra-gantina de Letras (ABL) de 2005 a 2008, e colunista do jornal Cidade de Bragança de 2005 até 2011.

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