Na noite desta terça-feira, 10, Rosário Central e Red Bull Bragantino começam a decidir uma vaga na semifinal da Copa Sul-Americana 2021. O duelo de ida acontece no Estádio Gigante Arroyito, na cidade de Rosário, na Argentina, às 19h15 (horário de Brasília).
De acordo com a Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol), o Massa Bruta tem a vantagem de decidir a classificação em casa, no Estádio Nabi Abi Chedid, na próxima semana, no dia 17 (terça-feira), no mesmo horário, às 19h15.
Negociando com o Zenit da Rússia por 15 milhões de euros (R$ 92 milhões na cotação atual), o meia Claudinho, de 24 anos, não veste mais a camisa do Massa Bruta. De acordo com a diretoria do Red Bull Bragantino, além dos 15 milhões, o clube também terá direito de 20% de uma futura venda do jogador para outra agremiação. Claudinho se tornou a negociação mais cara da história do Bragantino.
Com isso, a partir de agora, o técnico Maurício Barbieri não poderá mais contar com o camisa 10. Bruno Praxedes, que já vinha substituindo o jogador que estava na seleção olímpica, deve ser mantido na posição como titular.
O treinador do Braga também não poderá contar, no jogo de hoje, com o meio-campo Jadsom Silva, que está com sintomas gripais e, apesar de os testes para Covid terem dado negativo, não viajou para a Argentina.
Por outro lado, o atacante Ytalo, que não enfrentou o Sport pelo Brasileirão na última rodada por ter sentido um estiramento na coxa esquerda, foi liberado pelo DM, viajou com o elenco e deve ser o titular no ataque.
O provável Bragantino para a partida de logo mais a noite deve ser esse: Claiton. Aderlan, Léo Ortiz, Fabrício Bruno e Edimar; Raul, Lucas Evangelista e Bruno Praxedes; Artur, Ytalo e Tomás Cuello.
A Conmebol já escalou o trio de árbitros que irão trabalhar no jogo de entre Rosário Central e Red Bull Bragantino. Diego Haro será o árbitro central, e terá como auxiliares Jonny Bosio e Eduardo Cardozo, todos do Peru.
O Bragantino chega às quartas de finais da competição continental pela primeira vez na sua história. E, para chegar até aqui, o time do técnico Maurício Barbieri não teve vida fácil. Na primeira fase, o Braga caiu no “grupo da morte”, que era considerado o mais forte e equilibrado entre todos, que tinha as tradicionais equipes do Emelec, do Equador, Talleres, da Argentina, e Tolima, da Colômbia. A classificação veio na última rodada, com a vitória na raça diante do Tolima, fora de casa.
Na sequência, nas oitavas de final, o Red Bull Bragantino despachou o Independiente del Valle, do Equador, com uma vitória de 2 x 0 fora de casa e um empate em Bragança, em 1 x 1.

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