Nestes dias frios, especialmente as tardes, quando às 17h30 já está escurecendo, me bate uma preguiça de preparar comida para o jantar e é sempre quando a fome aumenta. E aí o recurso, não tão saudável, mas que se equilibra quando comparado a lanches e pizzas que são rápidas de pedir (e mais caras também), é este macarrão feito no tempo de cozimento da massa, isto é, em cerca de dez minutos.

A receita correta usa o tomate cereja, que é mais adocicado, e o atum, além de cebolas fatiadas bem fininhas, mas num dia de pressa, fiz usando tomate picado e sardinha, e ficou tão bom quanto o original, só que sem a sofisticação do primeiro.
Nas fotos, você verá que usei o macarrão tipo penne, mas pode usar o gravatinha, o fuzilli (parafuso) ou outro que tenha em casa – exceção para o talharim, que não combina com essa mistura na hora de agregá-lo ao “molho”.
Meio pacote (de 500 g) de macarrão tipo fuzilli ou penne (dá para usar o pacote todo se aumentar a cebola e os tomates)
1 xícara (café) de azeite
2 cebolas cortadas em fatias bem finas
2 caixas pequenas de tomates cereja cortados ao meio
1 lata de atum sólido

Coloque o macarrão para cozinhar em água fervente, com sal, como de costume.
Em outra panela, coloque o azeite e frite bem a cebola até murchar. Junte os tomates e deixe amolecer, sem desmanchar tudo. Prove o sal, lembrando que o atum já é um pouco salgado e o macarrão idem. Desligue o fogo e reserve.
Quando o macarrão estiver cozido, ligue novamente a panela, aqueça a cebola e os tomates, junte o atum, misture e jogue sobre o macarrão escorrido, que deve estar numa travessa. Misture bem no macarrão cozido e sirva em seguida.
Até nosso próximo encontro
Para sugestões, críticas e temas para as próximas colunas, escreva para: miocz@yahoo.com.br.
Maria Inês de Oliveira Chiarion Zecchini é professora de Educação Infantil nesta cidade e autora do livro “Redescobrindo – receitas da cozinha bragantina”. Faz parte da Associação dos Escritores de Bragança Paulista (Ases), foi membro fundadora da Academia Bragantina de Letras (ABL) de 2005 a 2008, e colunista do jornal Cidade de Bragança de 2005 até 2011.
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