Mais uma das receitas rápidas e saborosas que aprendi com a minha cunhada, Maria Lúcia Zecchini.
Esta serve de acompanhamento ideal tanto para uma carne do final de semana como complemento para o clássico feijão, arroz, salada e linguiça, que foi o cardápio do almoço de casa na quarta-feira, pós-feriado.

Aprendi com a cunhada o uso da páprica nos preparos e comecei a exercitar após esta receita que vi a Lúcia preparar despretensiosamente para um almoço e, claro, anotei. E, pesquisando um pouco sobre esse condimento feito à base de pimentão seco, fui descobrindo que as diferentes variedades (páprica doce, defumada e picante) podem ser usadas para dar mais sabor à comida, além de dar um tom mais alaranjado às preparações. Gosto muito de colocar no frango e opto sempre pela páprica defumada.
Para estas batatas, também usei páprica defumada. Se preferir um toque mais apimentado, opte pela páprica picante ou pode até fazer uma mistura delas. Costumo ter todos os tipos em casa, acondicionadas nos potinhos, compradas a granel, encontradas nos empórios do mercado municipal, alguns supermercados ou nas lojas de produtos naturais.
- 4 batatas médias a grandes
- 1 colher (sobremesa) de sal
- Água o suficiente para cozinhar as batatas
- 2 colheres (sopa) de margarina com sal
- 1 colher (chá) bem cheia de páprica defumada (pode ser a doce, a picante ou misturar a gosto)
- 3 dentes de alho bem amassados
Descasque e pique as batatas em cubos médios e coloque-as numa panela com água e 1 colher (sobremesa) de sal. Leve ao fogo para pré-cozinhar.
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Ao levantar fervura, marque seis minutos, desligue e escorra as batatas rapidamente.
As batatas devem ficar ainda durinhas para acabar de cozinhar no forno.
Enquanto elas cozinham, amasse os dentes de alho e junte-os na margarina, misture a páprica e mexa com colher, formando uma pastinha, e reserve.

Coloque as batatas escorridas numa assadeira e, ainda quentes, espalhe sobre todas elas a pasta de margarina, alho e páprica, envolvendo-as igualmente.


Leve ao forno pré-aquecido a 180º C por cerca de 20 a 25 minutos até formar pequena crosta nas batatas. Retire do forno, passe para um pirex e sirva quente – mas fria também fica bem saborosa.

Até nosso próximo encontro!
Para sugestões, críticas e temas para as próximas colunas, escreva para: miocz@yahoo.com.br.
*Fotos: arquivo Maria Inês
Maria Inês de Oliveira Chiarion Zecchini é professora de Educação Infantil nesta cidade e autora do livro “Redescobrindo – receitas da cozinha bragantina”. Faz parte da Associação dos Escritores de Bragança Paulista (Ases), foi membro fundadora da Academia Bragantina de Letras (ABL) de 2005 a 2008, e colunista do jornal Cidade de Bragança de 2005 até 2011.
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