Os funcionários da Procuradoria da República em Bragança Paulista aderiram ao movimento de greve, deflagrado pelo Sinasempu (Sindicato Nacional dos Servidores do MPU – Ministério Público da União – e do CNMP – Conselho Nacional do Ministério Público) nessa sexta-feira, 28.
No início da semana, mais precisamente nos dias 24 e 25, foram realizadas assembleias em todo o país e ficou definido o início da greve para a partir do dia 28.
Em Bragança Paulista, foi realizada uma assembleia na quinta-feira, 27, oportunidade em que os servidores deliberaram, por maioria, a adesão ao movimento grevista.
As reivindicações da categoria são: a aprovação e sanção do PLC 41/2015; derrota do plano substitutivo aprovado pela PGR (Procuradoria-Geral da República); pagamento imediato do percentual de 13,23% e seus respectivos retroativos; e ajuda para a derrubada do veto ao PLC 28/2015, projeto do Poder Judiciário.
De acordo com nota enviada por servidores da Procuradoria da República em Bragança, a contraproposta do governo foi rejeitada, pois, além das perdas inflacionárias, “há desrespeito e descaso da administração do MPF (Ministério Público Federal), uma vez que os servidores votaram contra a proposta do governo e, portanto, contra o substitutivo do PL 41/2015”.
“Assim, o movimento visa mostrar a insatisfação dos servidores, bem como lutar pela aprovação do texto ORIGINAL do PL 41/2015, com a derrubada do Substitutivo na Câmara e pela derrubada do veto ao PL 28/2015 do Judiciário”, completa a nota.
As demandas de urgência continuarão sendo atendidas pelos servidores da Procuradoria da República, que manterão o efetivo mínimo de 30%. A categoria informou que aguardará a votação do veto ao PL 28/2015 do Judiciário para novas deliberações.
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