Obra de escola no Jardim Águas Claras está parada à espera de aditamento

No final do mês de julho deste ano, o Jornal Em Dia entrou em contato com a assessoria de imprensa da Secretaria Estadual da Educação questionando o andamento de obras de escolas estaduais em Bragança Paulista.

Na ocasião, foi informado que a escola que está em construção no Jardim Águas Claras tem prazo para conclusão dos trabalhos até o fim deste ano.

Porém, moradores da região alertaram a redação que os serviços estão parados há meses, pois não se vê movimentação de funcionários no local.

Como a obra está sendo realizada em parceria com a Prefeitura, a reportagem, desta vez, indagou o Executivo.

Conforme resposta da Divisão de Imprensa, as obras estão paralisadas temporariamente porque a empresa TD Construções, que está executando os serviços, entrou com pedido de aditamento de contrato.

Esse pedido passou por análise da Prefeitura e da gerenciadora do governo e foi encaminhado ao governo do estado para aprovação.

Assim, enquanto não houver autorização para o aditamento, a obra não pode ser retomada e isso pode comprometer o prazo de conclusão dos serviços.

Quanto à escola que será construída no Jardim São Miguel, a Prefeitura informou que a licitação ocorrerá no dia 16 de setembro, às 9h30, quando ocorrerá a abertura dos envelopes de habilitação e propostas.

Essa licitação estava marcada para o dia 29 de julho, mas a Divisão de Imprensa não informou por que houve alteração da data.

Na unidade escolar do Jardim Águas Claras, o investimento é de cerca de R$ 2,6 milhões. Já na escola que será construída no Jardim São Miguel, R$ 4 milhões estão previstos para serem empregados.

A parceria entre a Prefeitura e o governo do estado é estabelecida da seguinte maneira: o estado repassa os recursos e o município doa o terreno e realiza a licitação para as obras.

A demanda de escolas estaduais na cidade é crescente e o efetivo funcionamento das novas unidades amenizaria o problema, bem como possibilitaria que alunos dos referidos bairros não precisassem utilizar o transporte público para estudar.

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