Governador recomenda que comércio não essencial seja fechado em 42 cidades da região de Campinas, incluindo Bragança Paulista
Nessa sexta-feira, 3, a região de Campinas foi reclassificada para a fase vermelha do Plano São Paulo, que regulamenta o funcionamento das atividades econômicas durante a pandemia do coronavírus.
Desse modo, a orientação é que, nos 42 municípios que compõem a regional, incluindo Bragança Paulista, funcionem apenas os serviços essenciais a partir de segunda-feira, 6. De acordo com a secretária de Saúde, Marina Oliveira, as autoridades vão se reunir com o comitê de crise para discutir a posição da cidade em relação à recomendação estadual.
Até ontem, a região estava enquadrada na fase laranja, que permitia a abertura do comércio não essencial com algumas restrições. Na última quarta-feira, 1º, o município havia divulgado decreto que prorrogava, até o dia 14 de julho, o funcionamento do comércio de acordo com o plano da retomada das atividades, em vigor desde 1º de julho.
No município, estão abertas imobiliárias, concessionárias, escritórios, shoppings, salões de beleza e academias desde então, mas o plano parece não ter trazido bons resultados: de acordo com a secretária, Bragança Paulista chegou a 80% de ocupação nas redes hospitalares. O plano de flexibilização prevê que, acima desse número, as cidades são classificadas na fase vermelha, a mais restritiva.
Até o fechamento da edição impressa do Jornal Em Dia, ainda não havia sido publicado o decreto que libera apenas os serviços essenciais, como supermercados, farmácias, óticas, transporte, restaurantes (apenas entrega ou drive-thru), postos de combustíveis, oficinas, empresas de construção civil, veterinárias, entre outras atividades.
Com a norma, o estabelecimento que for flagrado aberto será multado em R$ 1.446,44 na primeira atuação; o dobro do valor (R$ 2.892,88) em caso de reincidência; e o local será fechado na terceira vez em que for constatada a irregularidade.
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