
Neste domingo, 12 de maio, filhos e filhas celebram em todo mundo o dia de suas mães. Pilar fundamental nas famílias, mães são sempre sinônimo de amorosidade, de cuidado, de beleza, de alma pura, de sorriso gentil e generoso, de abraço que acolhe e que cura.
Donas de um amor potente e imensurável, as mães são o primeiro portal de comunicação entre seus filhos e o mundo; a eles e por eles dão a vida, dedicando-lhes toda a sua energia, força e entrega; suportando as dores e as delícias da maternidade – uma jornada de altos e baixos sem manual de instruções.
Não importa se é o primeiro, o segundo ou o décimo filho, elas têm um amor único e uma forma de ensinar e aprender especial para cada um de seus pupilos. São inspiração e fonte inesgotável de uma sabedoria que não provém dos livros, mas do convívio, dos erros e acertos, das inúmeras tentativas, das decepções, dos sins e dos nãos ditos diariamente.
Nessa viagem ao desconhecido, muitas delas abdicam de si próprias, de seus desejos, vontades e sonhos para serem mães – não as melhores do mundo, mas as melhores que elas podem ser; não perfeitas, mas lidando sempre com o peso da culpa e da autocrítica; não fortes o tempo todo, mas com gana o bastante para cuidar e proteger até nos momentos mais vulneráveis.
É claro que mãe também erra, pede perdão, perdoa, segura firme, engole o choro, finge costume, faz drama e faz charme – mas também faz bolo, cafuné, café fresquinho; dá colo quente e conselho firme; reza incessantemente pelos filhos – uma oração que com certeza chega aos céus mais rápido e tem prioridade na lista de Deus.
Mãe é cuidado divino. Daqueles que não se explica. Que é puro, genuíno, imenso, de verdade, quase mágico. É doação sincera muitas vezes sem reciprocidade. É dar tudo de si em prol de outra vida, de outro alguém que cresce em seus braços, mas depois de um tempo se torna todo dono de si, cheio de opiniões, de porquês e até de ingratidões.
Mas ser mãe é ser resiliência. É ter uma paciência quase infinita – e às vezes, sim, perder a compostura, perder a hora e a razão – mas nunca a doçura. Nunca o afeto. Nunca a ternura. É estar sempre disponível, ter sempre o que dizer, respirar fundo uma e outra vez sem pensar em desistir.
Por tudo isso é que um dia no calendário é muito pouco para agradecer, homenagear e enaltecer cada uma dessas mulheres por sua coragem incansável, por todos os exageros cometidos em prol do amor, por toda a vida e tempo dedicados a suas crias.
É... Nós precisamos reconhecer que nem sempre somos os melhores filhos que podemos, que às vezes faltamos – com respeito, com presença, com compreensão... – mas hoje queremos expressar aqui a nossa gratidão por tudo o que temos e tudo o que somos. Por todos os caminhos abertos, todos os abraços apertados, os choros sentidos, as palmadas muitas vezes merecidas, os nãos que precisávamos ouvir, as duras lições aprendidas, os laços invisíveis que construímos, os sonhos sonhados, as flores colhidas...
A cada uma das mães, à sua maneira, não há nada que possamos desejar a não ser muita saúde e longos anos para que elas continuem exercendo seus múltiplos papéis com maestria – esposas, filhas, avós, namoradas, profissionais, irmãs, amigas, colegas de trabalho e tantas outras funções mais. Tudo isso sem se esquecer de que são mulheres, seres humanos – falhos, mas incrivelmente talentosos e cheios de potencial.
Desejamos que não somente neste dia – o segundo domingo do mês de maio – mas que em todos os outros, possamos nos lembrar e reconhecer a importância de nossas mães, valorizando-as e amando-as. Que amanhã e sempre possamos enchê-las de beijos, abraços, presentes, presenças e todo o afeto que elas precisam e merecem.
Feliz Dia das Mães!
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