Dizem que família a gente não escolhe, simplesmente quando se dá por si, descobre-se que se está nela. E nem sempre a convivência é harmoniosa entre pais e filhos, irmãos, tios e sobrinhos, avós e netos. Enfim, não são os laços sanguíneos, biológicos que definem a afinidade.
E a prova disso é que na vida encontramos pessoas que não têm qualquer parentesco conosco, nenhuma ligação sequer e, mesmo assim, nos consideram como se fôssemos da família, verdadeiros irmãos, amigos para as horas mais difíceis.
Na edição deste domingo, contamos duas histórias que evidenciam que o parentesco biológico é apenas um detalhe. Pais que acolheram com amor filhos que não eram seus, biologicamente falando, e ajudam a criá-los com toda a dedicação que a relação demanda.
Esperamos que essas histórias inspirem vocês, leitores, a se reconciliarem com seus pais nesta data especial. Façam-lhes uma visita, deem um telefonema, dispensem um pouco de atenção àqueles que dedicaram anos de suas vidas para criá-los.
Caso isso não seja possível, caso seu pai já tenha falecido, faça uma prece. Certamente ela chegará a ele, pois os laços do amor são eternos e não há barreiras que os impeçam de existir.
E até pensando nesse destino pelo qual todos nós iremos passar, reforçamos nosso conselho para que os pais que estão vivos não sejam deixados em segundo plano. Não deixe para amanhã para demonstrar seu amor, que eles sejam valorizados, não com presentes materiais, mas com atenção e carinho, que certamente são muito mais valiosos que qualquer presente que o dinheiro possa comprar.
Que todos tenham um ótimo domingo e aos pais, em especial, que Deus os abençoe com muita saúde e sabedoria para que possam educar seus filhos transmitindo valores éticos dos quais tanto a sociedade carece atualmente. Que a convivência entre pais e filhos seja harmoniosa e a compreensão prevaleça entre eles na caminhada da vida.
Feliz Dia dos Pais!
0 Comentários