Conheça um pouco da história de Camila Bonani, pré-candidata à vereadora em Bragança

Nesta semana, a Coluna Em Dia Com a Política apresenta aos eleitores de Bragança Paulista mais uma pré-candidata à vereadora nas eleições deste ano. Camila Bonani Sarlo é natural de Atibaia, mais sempre viveu em Bragança Paulista. Até os seus 13 anos de idade, residiu no tradicional bairro do Jardim Júlio de Mesquita.
Camila é casada com Sílvio Arthur Sarlo, empresário do ramo da construção civil, com quem está junto há 14 anos.
Ela é formada em Direito pela Universidade São Francisco – Campus Bragança, em 2005, e pós-graduada em Direito Ambiental pela PUC (Pontifícia Universidade Católica) de Minas Gerais.
Seu primeiro registro com carteira assinada foi em uma loja em Bragança como empacotadeira. Já na universidade, realizou estágios na 4ª Vara Cível do Fórum e na Justiça Federal. No ano de 2006, entrou para o ramo imobiliário, no qual permaneceu por cinco anos. Em 2008, mudou-se para a cidade de São Paulo,em busca de melhores condições de trabalho.
Em 2011, decidiu finalmente te ingressar na carreira jurídica, trabalhando em grandes escritórios da cidade de São Paulo, até que no ano de 2013, teve a oportunidade de retornar para sua cidade natal, de onde jamais ela gostaria de ter saído. Nossa entrevistada trabalha há mais de sete anos na Faex (Faculdade de Extrema), como advogada responsável pelo Eajac (Escritório de Assistência Jurídica à Comunidade). O serviço é mantido pela Instituição para atendimento gratuito às pessoas carentes das cidades de Extrema e Toledo. Ademais, por meio de sua supervisão, os alunos do curso de direito têm a oportunidade de vivenciar na prática os ensinamentos adquiridos em sala de aula. Camila também atuou como conciliadora e mediadora do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, através do Cejusc (Centro Judiciário de Soluções de Conflitos e Cidadania), ajudando inúmeras pessoas a resolverem seus conflitos por meio de acordos, sem a necessidade de ingressar com ações na Justiça.
Sua ida para a política é recente. A convite do coronel Américo Massaki Higuti, filiou-se ao PSL (Partido Social Liberal) em março de 2019, mas em razão dos problemas que aconteceram com o partido, todos os membros se desfiliaram. Foi então que veio o convite do presidente Jair Diniz para que todos os ex-filiados do PSL fossem para o PSD Bragantino. Camila aceitou o convite, filiou-se neste ano ao partido e colocou seu nome à disposição do partido numa eventual disputa por uma cadeira no Legislativo bragantino. Boa sorte, Camila!
PSD Bragantino continua se reforçando para as Eleições 2020

Nesta semana, a Coluna Em Dia Com a Política recebeu informações que o PSD Bragantino, por meio de seu presidente, Jair Diniz, protocolou, no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), mais duas filiações: de Júlio Cezar de Oliveira Miguel, mais conhecido em Bragança por Ju Cabeleireiro (Juma), e de Ismael da Silva Brasiliano. Ju Cabeleireiro (Juma) é muito conhecido na sociedade bragantina, inclusive participou nas eleições de 2016, ainda no PSB (Partido Socialista Brasileiro), e teve uma expressiva votação, conquistando 410 votos.

Já Ismael Brasiliano atendeu ao contato da coluna e, quando foi perguntado se era pré-candidato a vereador, respondeu: “Estamos estudando, sim. Se for a vontade de Deus, sairei candidato”
Filiação de Mário Doro no PSB é protocolada no TSE

Também nesta semana, a Coluna Em Dia Com a Política teve acesso à certidão de filiação do professor Mário Enéias Doro, popularmente conhecido como Mário Doro, que filiou-se no PSB (Partido Socialista Brasileiro). A reportagem entrou em contato com Mário Doro, o qual respondeu que só se filiou no partido por uma questão simples: segundo ele, o PSB precisava de mais pessoas para viabilizar o partido e atendeu a um pedido do Gustavo Sartori e de alguns dos seus assessores. Mário Doro disse que não é pré-candidato a vereador e desabafou, declarando: “O que me incomoda é a política suja e nojenta que temos nesta cidade” finalizou.
Guto Ninni La SaLva filiou-se no PODEMOS

Outra filiação protocolada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que a Coluna Em Dia Com a Política teve acesso foi a do Gustavo Ninni La Salva (Guto), que assinou a ficha de filiação com o Partido Podemos, do vereador Moufid Doher. Guto falou com a reportagem e disse que filiou-se ao Podemos, pois pretende disputar as eleições proporcionais deste ano caso tenha eleições.
Vale destacar que Guto Ninni La Salva trabalha na Câmara Municipal de Bragança como assistente de Gestão Legislativa. Para finalizar a conversa, ele deixou um recado para seus amigos e simpatizantes: “Sou, sim, pré-candidato a vereador pelo Podemos e vamos torcer para que saia essa eleição de 2020”, concluiu.
Eleições 2020 na região: Juninho é pré-candidato em Vargem

Nesta semana, a Coluna Em Dia Com a Política conversou com o suplente de vereador da cidade de Vargem, Moacir Barbosa de Araújo Júnior, popularmente conhecido como Juninho. Nas eleições de 2016, Juninho disputou na coligação DEM/ PR e ficou como suplente. E, no pleito eleitoral deste ano, ele disse que vai concorrer ao cargo de vereador pelo PSD (Partido Social Democrático), partido do atual prefeito Silas Marques, que segundo Juninho, é pré-candidato do partido na disputa pela reeleição. Tá registrado, Juninho!
FILIAÇÃO PARTIDÁRIA – TSE
De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no dia 28 de abril, terminou o prazo da expedição das notificações e iniciou-se a contagem do prazo para resposta nos processos de duplicidade de filiação.
A Corte Eleitoral também orienta os partidos políticos e seus filiados que fiquem atentos às datas do cronograma para tratamento dos dados sobre filiação partidária.
No próximo dia 18, segundo dados do TSE, termina o prazo para apresentação de resposta por filiados e partidos envolvidos em duplicidade de filiação. Já dia 28 é a data limite para decisão das situações sub judice.
No início do mês de junho, mais precisamente no dia 8, encerra-se o prazo para o registro das situações no sistema do TSE.
Ministro Barroso diz: adiamento das Eleições Municipais deve ser decidido no mês de junho
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A data das eleições municipais deste ano poderá sofrer alterações, de acordo com o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Luís Roberto Barroso, que assume, no final deste mês, a presidência do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). O adiamento das eleições pode ser forçado devido à crise que o país passa em virtude da pandemia do novo coronavírus (Covid-19).
Em reunião por videoconferência com membros da AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros), Barroso disse que espera que esse assunto seja definido até o mês de junho.
Vale lembrar que o 1º turno das Eleições 2020 está marcado para o dia 4 de outubro.O ministro também defendeu que, se for o caso, o adiamento seja o mais curto possível. A ideia é reprogramar o primeiro turno para o dia 15 de novembro ou, no máximo, dezembro. Há a hipótese, também, de se fazer a eleição municipal junto com a eleição nacional, em 2022, o que exigiria a prorrogação por dois anos dos mandatos dos atuais prefeitos e vereadores. “Sou totalmente contra essa possibilidade. A democracia é feita de eleições periódicas e alternância no poder”, afirmou. “Os prefeitos e vereadores que estão em exercício neste momento foram eleitos para quatro anos”, lembrou ele, acrescentando que o mandato atual termina no dia 31 de dezembro.
TSE responde consulta sobre candidaturas nas Eleições Municipais 2020
Ao responder consulta apresentada pelo partido Avante, durante a sessão administrativa realizada na quinta-feira, 7, por videoconferência, o Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) afirmou que os partidos não poderão lançar o dobro de candidatos em relação às cadeiras disponíveis para as câmaras municipais nas Eleições 2020. A regra prevista no inciso II do artigo 10 da Lei nº 9.504/ 1997 previa que cada coligação poderia registrar até 200% do número de lugares a preencher naqueles municípios com até 100 mil eleitores. Na consulta, o Partido Avante questionou se, diante da extinção das coligações, a mesma regra poderia ser aplicada aos partidos no próximo pleito que vai eleger vereadores em todo o país. O relator, ministro Édson Fachin, respondeu negativamente à consulta, sendo seguido pelos membros do Colegiado. Em seu voto, o magistrado considerou as alterações promovidas pela Emenda Constitucional (EC) nº 97/2017, que extinguiu as coligações das eleições proporcionais. Segundo ele, como o dispositivo tratava especificamente de coligação, não há possibilidade de transportar a aplicação da mesma regra aos partidos.
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