DIG prende dois policiais militares de São Paulo por envolvimento em assalto a perfumaria

Matéria publicada na edição de 25 de outubro de 2015

 

A Delegacia de Investigações Gerais (DIG) prendeu dois policiais militares que trabalham em São Paulo, acusados de envolvimento em um assalto a uma perfumaria localizada na região central, no último dia 2 de outubro.

Os PMs foram identificados como Marcos A. e Liéberson X., sendo que o primeiro trabalhava no Copom em São Paulo e o segundo no 13º Batalhão Metropolitano.

Os investigadores da DIG chegaram a Marcos Antônio após identificar a proprietária do veículo Captiva, azul, pertencente à companheira do PM, a qual indagada informou que era ele que usava o veículo. Ao ser chamado para prestar depoimento, Marcos negou sua participação no roubo, tendo o delegado titular da DIG, José Glauco Silveira Lobo Ferreira, pedido sua prisão preventiva e dado prosseguimento às investigações.

Liéberson, que mora na mesma casa de Marcos, também foi localizado, e de início afirmou que colaboraria com as investigações, porém, depois de ter visto imagens de sua participação, voltou atrás dizendo que falaria somente em juízo.

Na residência dos policiais militares, foram encontrados perfumes com códigos referentes aos perfumes subtraídos da loja de Bragança.

De acordo com o delegado, outros dois suspeitos estão soltos, contudo, um já foi identificado e está com a prisão preventiva decretada, enquanto o quarto envolvido não foi identificado.

O roubo

Na manhã do dia 2 de outubro, policiais militares foram acionados via Copom (Comando de Operações da Polícia Militar) a comparecer em uma perfumaria localizada na Rua Dr. Cândido Rodrigues para atender ocorrência de roubo.

No local, constataram que às 9h, quão logo abriu a loja, a funcionária foi abordada por dois indivíduos armados, os quais mediante grave ameaça a renderam e roubaram mercadorias em torno de R$ 65 mil, além de R$ 300,00 em dinheiro e um aparelho celular.

Após a ação, os dois fugiram no Captiva, azul, placas de São Paulo, e em um Polo, placas de Caraguatatuba, pilotados pelos policiais militares, que ficaram o tempo todo do lado de fora dando cobertura aos seus comparsas.

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