De jornadas, sejam elas duplas ou triplas.
De cobranças desumanas,
De culpa e de frustração.
De marmita e trabalho em casa,
De dedicação sobre-humana e nenhum reconhecimento.
De muita burocracia e pouquíssima autonomia,
De uma falsa santidade imposta,
Dos contraditórios e excludentes títulos de herói e algoz de toda uma nação.
De insistência e de cansaço,
De cursos e mais cursos,
De estudo e abnegação.
De ouvir gente que nunca sequer pisou no solo sagrado da sala de aula.
De revolta. De inquietação. De tristeza.
Mas, sobretudo, e a despeito de qualquer coisa,
O professor é feito da matéria indestrutível da Esperança.
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