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Na quinta-feira, 23, Bragança Paulista perdeu uma de suas mais estimadas e simpáticas personalidades. Otávio Garcia Santana, popularmente conhecido como “Baiano das frutas” ou “Baiano do Mocambo”, faleceu aos 79 anos em decorrência de um câncer contra o qual vinha lutando já há algum tempo.
O popular Baiano chegou a Bragança no início dos anos 70 para trabalhar no então famoso e badalado “Bar Mocambo”, na região central. Nascido em Ilha Bela, no litoral de São Paulo, Baiano chegou pelas mãos do empresário Omar Turco para trabalhar em um de seus bares. E não demorou muito para ele conquistar amigos, pessoas da sociedade bragantina, artistas, profissionais da imprensa, atletas e políticos. A paixão pelo Clube Atlético Bragantino se tornou profunda e ele não perdia os jogos, tanto que nas arquibancadas do Marcelão ninguém gritava mais forte o nome do Massa Bruta que ele. Baiano era casado com Maria Francisca de Jesus Santana e deixou duas filhas, Márcia e Marli Marley, netos e sobrinhos.
No Bar Mocambo foram mais de 30 anos dedicados e com a morte de Omar e fechamento do bar, que virou loja, ele então começou a andar pelas ruas de Bragança com seu carrinho de mão vendendo frutas e levando alegria por onde passava.
Descanse em paz, amigo Baiano!

Com o encerramento do prazo de filiação partidária para quem vai concorrer às eleições municipais deste ano, no último dia 4, alguns partidos em Bragança tiveram mudanças no seu quadro de candidatos.
E uma delas foi no PSD, do vereador Basílio Zecchini, que perdeu o pré-candidato Bruno Sucesso, que voltou para o PSB, do Gustavo Sartori. A certidão de filiação de Bruno Luciano Meira Martins foi protocolada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), no dia 1º de abril de 2020, como podemos ver na Certidão do TSE (imagem).
Isso confirma que a Direto da Redação estava correta desde o início do ano quando publicou algumas fotos de Bruno Sucesso com Gustavo Sartori em eventos pela cidade, mostrando claramente que os dois nunca estiveram separados na política, mesmo Bruno estando filiado e sendo o vice-presidente do PSD. Na época, o Jornal Em Dia recebeu muitas críticas do próprio Bruno Sucesso, do vereador Basílio e de alguns filiados e simpatizantes do PSD. Como diz o ditado popular: “O tempo é o senhor da razão”.

Outra situação definida nesta semana nos bastidores da política de Bragança foi a filiação do Coronel Américo Massaki Higuti pelo PSD. Todos sabem que o Coronel Amé-rico é apoiador e defensor de Jair Bolsonaro e ajudou o mandatário a formar o Partido “Aliança Pelo Brasil”. Só que nesta eleição o novo partido de Bolsonaro não poderá disputar as eleição municipais, com isso, o Coronel Américo decidiu filiar-se ao PSD e, como já foi anunciado pelo próprio, ele é o pré-candidato a vice-prefeito na chapa que tem Basílio Zecchini como pré-candidato a prefeito.

Agora é oficial. O ex-prefeito de Bragança Paulista Dr. Renato Fran-gini está fora da disputa do pleito eleitoral deste ano. A Coluna Direto da Redação teve acesso ao documento do TSE, no qual consta que o médico ginecologista não está mais filiado a nenhum partido político, ou seja, ele desfilou-se do Partido Cidadania, que está no grupo de apoio à candidatura do ex-prefeito João Afonso Sólis, o Jango.
Com o prazo de filiação já encerrado, fica definido que o Dr. Renato não está disputando as eleições deste ano como candidato. Por outro lado, seu filho, Renatinho Frangini, deixou o PSB, filiou-se ao Democratas (DEM) e é pré-candidato a vereador com o apoio, é claro, de seu pai.

A ex-secretária de Agronegócios Gislene Bueno, a Gi Borboleta, entrou em contato com a Coluna Direto da Redação nesta semana para esclarecer que ela é pré-candidata a vereadora nas eleições municipais pelo partido Democratas (DEM) e não pelo PSDB, como foi noticiado aqui na coluna da edição passada. Boa sorte, Gi!
O vereador Paulo Mário pertence ao PL (Partido Liberal) e não PR (Partido da República),como noticiamos aqui na coluna da semana passada. O PR deixou de existir em 2019 quando houve a fusão com o Partido Liberal (PL). Vale ressaltar que Paulo Mário é o líder do prefeito Jesus Chedid na Câmara Municipal e é pré-candidato à reeleição. Tá retificado, vereador!
Na quarta-feira, 22, o prefeito de Atibaia, Saulo Pedroso, assinou um decreto que flexibiliza as atividades comerciais na cidade. O novo decreto está valendo desde quinta-feira, 23, e vai até o dia 10 de maio de 2020, prazo renovado para a quarentena estipulada pelo governo do estado de São Paulo.
As empresas contempladas pelo decreto municipal são as microem-presas – ME, os microempreen-dedores individuais – MEIs e Empresas de Pequeno Porte – EPP que terão que cumprir exigências do protocolo de comportamento da Secretaria da Saúde e de Desenvolvimento Econômico, de forma a não comprometer o sistema público de saúde e nem criar aglomerações que coloquem em risco a saúde das pessoas.
Por outro lado, ficam suspensas, no âmbito do município de Atibaia, no período das 00h00m do dia 24 de março até o dia 10 de maio de 2020, o atendimento presencial ao público em estabelecimentos comerciais e prestadores de serviços, de qualquer natureza, inclusive o consumo em bares, restaurantes, lanchonetes, cafés e similares, salões de beleza e centros estéticos, mesmo os instalados no interior de shopping center, mercado e afins, ressalvadas as atividades internas, bem como os estabelecimentos que tenham autorização prevista neste Decreto.”

Cada dia um novo vexame. Desta vez, a vergonha da semana vai para o ministro das relações exteriores, Ernesto Araújo, que, sem nenhum pudor, publicou, na última quarta-feira, um texto no qual afirma que o coronavírus abriu caminho para o “comunavírus”, ou seja, uma obra da conspiração criada para a “construção da sociedade comunista planetária”.
No texto, a OMS (Organização Mundial da Saúde) é questionada, pois estaria trabalhando em prol desse projeto destinado a “construir uma nova ordem mundial sem nações, sem liberdade, sem espírito, dirigida por uma agência central de ‘solidariedade’ encarregada de vigiar e punir. Um estado de exceção global permanente, transformando o mundo num grande campo de concentração”. Juntas estariam, ainda, a China e forças do “marxismo cultural”.
Nunca estivemos tão bem representados.
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