O livro “Trovas escritas no tronco de um bambu”, de Edweine Loureiro, foi premiado com o terceiro lugar no Prêmio Luiz Otávio da UBE-RJ
O escritor e colunista do Jornal Em Dia, Edweine Loureiro, recebeu uma importante premiação na última semana. Seu livro intitulado “Trovas escritas no tronco de um bambu” foi premiado com o terceiro lugar no Prêmio Luiz Otávio da União Brasileira de Escritores do Rio de Janeiro. Neste ano, em virtude da pandemia, o concurso recebeu inscrições pela internet de obras publicadas em 2018, 2019 e 2020, o que fez com que a edição fosse bastante concorrida.
“Minha obra é de 2018, e foi publicada por uma pequena editora de nome Costelas Felinas. Daí o significado especial deste prêmio. Esta foi a quinta vez que recebi um prêmio da UBE-RJ. Dois primeiros lugares (2015 e 2016), dois segundos lugares (2017 e 2019), e agora em 2021 um terceiro lugar”, contou Ed-weine. A publicação em 2018 foi possibilitada por um prêmio ao mesmo livro em 2017 – uma menção honrosa no Prêmio Miau de Literatura.
A União Brasileira de Escritores é uma das entidades literárias mais importantes do Brasil, fundada em 1958, e por onde já passaram grandes nomes, como Sérgio Buarque de Hollanda e Jorge Amado. Este prêmio já prestigiou grandes nomes da literatura brasileira e condecorou diversas obras de Edweine.
Em 2015, ele foi premiado com “O livro no lixo” - Prêmio Ganymedes José (Infantil – 1º Lugar); em 2016, com “O filho da floresta” - Prêmio Vicente de Carvalho (Poesia - 1º Lugar); em 2017, com “Crônicas de um Japão caboclo” - Prêmio Alejandro Cabassa (Crônicas - 2º Lugar); e em 2019, com “Crônicas de um latino sol nascente” - Prêmio Alejandro Cabassa (Crônicas - 2º Lugar). Em 2016, seu livro “No mínimo, o infinito” também recebeu o Prêmio Orígenes Lessa da UBE-RJ.
“Só tenho a agradecer a todos da UBE-RJ por tantas alegrias nesses anos. Em especial, minha gratidão às queridas presidentes Juçara Valverde, Márcia Barroca e Eurídice Hespanhol, pelas portas abertas aos meus sonhos. E minha gratidão igualmente a todos os editores que me apoiaram e têm me apoiado: Cláudia Brino, André Kondo, editores do livro ‘Trovas escritas no tronco de um bambu’”, diz. “Mas também quero deixar aqui minha gratidão a dois outros editores, André Kondo e Lilly Araújo, que, em minha outra editora (Telucazu Edições), tem me apoiado muito. Cláudia, Vieira, André e Lilly, ariga-tou”, completa.
De acordo com Edweine, o prêmio significa um renascimento literário e pessoal. “Esses dois anos foram de muitas perdas, para mim e para o mundo. Prêmios como o da UBE-RJ restauram-nos o sorriso, por incentivarem a leitura e os livros, já tão perseguidos em nosso Brasil contemporâneo, por um governo ignorante”, afirma.
Por fim, ele agradece à família e amigos pelo apoio ao seu trabalho. “Dedico esse prêmio a meu filhinho Endi, minha esposa Nao Yamada (que também foi a capista de ‘Trovas escritas no tronco de um bambu’, meu pai, Edwal, e minha mãe, Erotides (falecida no ano passado e que, certeza, iluminou essa premiação. Por fim, minha gratidão ao Jornal Em Dia, que, há dois anos, tem aberto as portas para meus escritos por meio de minhas crônicas quinzenais”, concluiu.
Além desta conquista, outro livro de Edweine, “Contos de um Brasil esquecido”, está concorrendo à final do Prêmio Uirapuru, que é promovido pela Editora Folheando no Pará, aberto para trabalhos inéditos. A obra concorre na categoria conto e a final acontece no dia 5.

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