Nesta quarta-feira, 15, em todo o país, há protestos contra os cortes anunciados pelo governo federal na Educação. Professores, trabalhadores da área e estudantes participam de atos em defesa das universidades federais, da pesquisa científica e do investimento na educação básica.
Em Bragança Paulista, também houve manifesto, organizado pelo Sinasefe-SP (Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Técnica e Tecnológica – Seção São Paulo) e pelo Centro Acadêmico do IFSP (Instituto Federal de São Paulo).

Os manifestantes se reuniram no câmpus do IFSP, onde participaram de roda de conversa sobre o corte de verbas na Educação e também as consequências da Reforma da Previdência. Por volta das 10h30, eles saíram em direção à Prefeitura, passando pela Rodovia Capitão Barduíno, Avenida dos Imigrantes, Praça 9 de Julho, Avenida Dom Pedro I e Avenida Antônio Pires Pimentel, em frente à Prefeitura, onde foram recebidos pelo prefeito Jesus Chedid.
O prefeito foi até os manifestantes e declarou que a iniciativa é justa. “É uma manifestação ordeira, uma manifestação que a meu ver é justa, pois um contingenciamento de 30% é muita coisa. O movimento é pacífico, reivindicatório, eles têm que ter o espaço para realizar a manifestação, nós sabemos o valor do Instituto Federal que será muito prejudicado, não só em Bragança, mas no país todo”, ressaltou.
O protesto contou com apoio de agentes de trânsito, da Guarda Civil Municipal, da Polícia Militar e da Polícia Rodoviária, que auxiliaram na interdição de trecho da rodovia e das vias por onde os manifestantes passaram.
Recentemente, o Instituto Federal informou em nota que o bloqueio de 30% dos recursos gera um impacto, se mantido até o final do exercício, correspondente a R$ 35 milhões no orçamento. “Esta ação poderá comprometer a execução das atividades planejadas de ensino, pesquisa e extensão dos nossos 36 câmpus, para o segundo semestre”, declarou o instituto.
Confira um trecho do manifesto em Bragança:
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