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Redescobrindo

Bolo de fubá sem glúten

O nome desse bolo de fubá que peguei na internet era “Bolo da vizinha da minha mãe”. Por não se tratar da minha mãe e nem da vizinha dela, dei um título descrevendo o que ele é: uma opção deliciosa e diferente para os que têm restrição à farinha de trigo.

Talvez o leitor não avalie o compromisso de, semanalmente, trazer uma receita testada e aprovada aqui na coluna. É uma tarefa séria, demanda tempo para preparar fotografando as que consigo passar pelo teste da família e amigos para ver se aprovam ou não e trazer a vocês. O pior é quando só conseguimos a receita boa no limite da data de entregar a coluna.

Foi assim que encontrei esse bolo. Já eram umas 22h quando vi e resolvi testar. Em cinco minutos, estava no forno e, mais 25 ou 30, estava assado e eu, saboreando o bolo morninho antes de dormir (durmo bem tarde, na verdade, após a meia-noite).

Depois de testar, batize o bolo com o nome que achar melhor; teve quem experimentou e não sentiu o sabor do fubá, pois, diferente do que costumamos comer, este fica molhadinho por conta de levar leite condensado na massa antes de assar.

BOLO DE FUBÁ SEM GLÚTEN

3 ovos inteiros

1 xícara (chá – de 240 ml) de açúcar

Meia xícara (chá) de óleo

1 xícara (chá) de leite

1 colher (café) de sal

1 xícara (chá) bem cheia de fubá

Meia xícara (chá) de coco ralado (pacote de 50 gramas)

1 colher (sopa) de fermento em pó

Leite condensado a gosto

Canela em pó a gosto

assadeira de 20x29 cm ou a redonda de 28 cm de diâmetro

         Comece untando a assadeira com óleo e açúcar no lugar de farinha de trigo e reserve.

         No copo do liquidificador, coloque os ovos, o leite, óleo, açúcar, o coco, sal e o fubá e bata até ficar um creme homogêneo. Coloque o fermento em pó e bata rapidamente.

         Despeje a massa na assadeira untada. Sobre toda a superfície da massa crua, espalhe em fio o leite condensado a gosto – na foto, você vê onde espalhei (coloquei menos que meia caixinha) – e depois salpique canela em pó.

         Com um palito de dentes, faça desenhos “riscando” a massa superficialmente, primeiro na horizontal e depois na vertical para formar os desenhos na canela.

         Leve assar.  Não precisa desenformar.

Maria Inês de Oliveira Chiarion Zecchini é professora de Educação Infantil nesta cidade e autora do livro “Redescobrindo – receitas da cozinha bragantina”. Faz parte da Associação dos Escritores de Bragança Paulista (Ases), foi membro fundadora da Academia Bragantina de Letras (ABL) de 2005 a 2008, e colunista do jornal Cidade de Bragança de 2005 até 2011.

Para sugestões, críticas e temas para as próximas colunas, escreva para: miocz@yahoo.com.br.

         Até nosso próximo encontro!

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