Apenas um menino nazareno,
E Herodes, o poderoso, se apequenou.
Diante da graça feita carne,
O Reino do Mal sucumbiu.
Apenas um menino,
E a Terra parou
Para assistir, em silêncio devoto,
Seu nascimento paupérrimo.
Apenas um menino,
E a esperança foi restaurada,
Ao menos entre os mais crédulos e pequeninos,
A quem Seu Reino pertence.
Apenas um menino,
E a promessa da reconciliação,
O amor entre nós,
Caminhará entre os mais miseráveis.
Apenas um menino,
E a Salvação ao alcance
Dos quebrantados de coração.
Apenas um menino
E uma vida entregue ao propósito
De Seu Pai.
Apenas um menino
Submisso à vontade de seu amoroso pai,
Deus encarnado
Alegria dos homens!
Ana Raquel Fernandes, poeta, professora e colunista do Jornal Em Dia Bragança
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