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Amor em dose dupla: pais contam os desafios e as alegrias de ter filhos gêmeos

Conheça as histórias de Júnior, Waldecir e Cauê, três “super pais” que relatam como a paternidade transformou suas vidas

Neste domingo, 11, é comemorado em todo o Brasil o Dia dos Pais. A data celebra e homenageia a figura paterna em todas as suas formas e perfis: pais adotivos, biológicos, pais-avós, pais empreendedores, pais “solo” e até mesmo “donos de casa”.

Ser pai não é tarefa fácil, mas é, sem dúvida, uma missão gratificante, pois desafios vêm na mesma proporção que alegrias: planejamento pessoal e financeiro, noites sem dormir, preocupação com educação e muitas outras dificuldades se mesclam à felicidade de acompanhar os primeiros passos e as primeiras palavras do filho, ensinar-lhes princípios e valores, completar a família e sentir um amor que os pais chamam de “incondicional”, isto é, sem medidas ou condições.

Agora, imagine sentir e vivenciar tudo isso em dobro? Pois é, nesse caso, a tarefa fica mais difícil – e mais intensa e especial – ainda.

Por isso, o Jornal Em Dia decidiu homenagear, nesta edição especial de Dia dos Pais, pais de gêmeos, que experimentam a paternidade em dose dupla e vivenciam os obstáculos e as recompensas dessa jornada.

Conheça três histórias inspiradoras de pais que se dividem entre compromissos da casa, do trabalho, criação dos filhos e muito mais.

JÚNIOR, PAI DE VINÍCIUS, LORENA E HELENA

Júnior José Ferreira tem 38 anos, é gerente de vendas e reside em Bragança Paulista. Ele é esposo de Heloísa e pai de Vinícius, de seis anos, e das gêmeas Lorena e Helena, de um ano e três meses, ou seja, vive as aventuras da paternidade multiplicadas por três.

Em conversa com a reportagem, Júnior contou um pouco sobre a história de sua família, que ele considera “de muito sofrimento e alegrias”. “Quando o Vinícius tinha dois anos, resolvemos ter outro filho. Meses depois, minha esposa engravidou, foi uma alegria enorme para nós, fazia pouco tempo que minha mãe tinha falecido, então, a notícia que eu seria papai de novo foi o máximo. Meu filho era mais um menino e se chamaria Gabriel”, relembra. Porém, a felicidade logo foi dando lugar a um período de muita angústia. “Na gestação, foi tudo perfeito, mas na hora do nascimento, meu filho teve uma parada respiratória e foi direto pra UTI neonatal, após todo o sofrimento de 97 dias, ele veio a falecer”, completa.

Após dois anos, veio novamente a vontade de ele e a esposa terem mais um filho. Ela engravidou novamente, mas desta vez, o casal teve uma grande surpresa: “Deus nos abençoou com duas princesinhas, que hoje são a nossa maior alegria. Tudo foi planejado, mas não imaginávamos que seriam duas”, diz. A descoberta de que duas meninas estavam a caminho surpreendeu a todos! “Foi sensacional... Fomos para fazer o ultrassom felizes, ansiosos para ouvir o coraçãozinho, quando de repente, eram dois corações batendo. Naquela hora, você fica sem saber o que faz, se chora ou se sorri, o sentimento de amor transborda de uma forma inexplicável, ainda mais depois de eu e minha esposa termos passado por tudo que passamos”, relata. O irmãozinho Vinícius e o restante da família também ficaram muito felizes. “Ele ficou feliz demais, não entendia por que duas (risos). Todos ficaram muito felizes, graças a Deus, temos uma família muito unida”, acrescenta.

A gestação foi natural, ou seja, não foi realizado nenhum tratamento, e as pequenas nasceram em 23 de abril de 2018, saudáveis, com 37 semanas. “Por isso, hoje, quando converso com alguém que conheço, eu sempre digo que somos abençoados por Deus”, fala, explicando que somente na família da esposa tinha sido registrado caso de gêmeos, mas há três gerações.

De lá para cá, Júnior vivenciou, ao lado de Heloísa, muitas alegrias, mas também inúmeros desafios. “Na teoria, sabíamos que nada seria fácil, que teríamos que nos planejar para que tudo fluísse da melhor forma possível. Quando elas nasceram, as dificuldades eram para amamentar as duas, a rotina do dia a dia era mais difícil. Tínhamos muito medo também na questão financeira, no espaço da casa, tudo era muito intenso. A maior dificuldade foi quando fomos pra casa e tínhamos a certeza que teria que dar conta de cuidar bem dos nossos filhos, daí vem o medo de não dar conta”, pontua. Foi preciso muito companheirismo e união para superar as dificuldades. “Eu via a força mental e o amor que a minha esposa revelava nos olhos dela sobre as minhas filhas e aquilo me fortalecia e me dava coragem para nunca fraquejar. Tudo começou a se encaixar e minha esposa, eu sempre digo a ela, que ela, sim, é uma super-heroína, mesmo com três filhos ainda quis voltar ao trabalho”, ressalta.

Ele conta que Lorena e Helena vieram para completar a família e agregar novas experiências, que mudam de filho para filho. “Quando o Vinícius nasceu, não tínhamos experiência de nada, tínhamos muito medo. Quando as gêmeas nasceram, já estávamos mais preparados. Sabemos que a partir do momento que escolhemos ter filhos, a vida pessoal muda, com o Vinícius era muito bom e a partir do momento que ele começou a crescer e me acompanhar no futebol eu achei o máximo, ele é meu parceiro. Agora, as meninas vieram pra alegrar a família toda e me encantar com a doçura delas, o jeitinho de menina toda amorosa, isso é muito gostoso”, comenta.

Apesar de univitelinas, isto é, quando compartilham a mesma placenta e são muito parecidas fisicamente, ele conta que as gêmeas são bastante diferentes quando o assunto é personalidade. “Elas são gêmeas idênticas na aparência, mas a personalidade é completamente diferente, a Helena é mais agitada e a Lorena, mais calma. O impressionante é a sintonia que as duas têm, apesar de brigarem bastante (risos), são muito ligadas uma com a outra”, entrega, contando que tipo de pai se considera. “Sou um pai que acompanha seus filhos e procura educar da forma mais simples, respeitando o próximo, dando valor às coisas simples da vida”.

Por fim, Júnior, que sempre quis ser pai e hoje tem sua família completa, revela o que a paternidade trouxe à sua vida. “Maturidade, mais compreensão, companheirismo. Coragem pra encarar os desafios que antes eu achava impossível, hoje não me afetam tanto. Me sinto muito privilegiado e abençoado por ter meus filhos”, declara. Quando questionado o que representa ser pai de gêmeos, ele diz: “Amor em dobro. Eu acredito que a evolução de um pai de gêmeos é bem maior, mesmo sabendo que estão na mesma fase, elas têm necessidades diferentes, eu não posso agradar mais uma e não dar atenção para a outra. Tudo é dobrado: banho dobrado, 40 unhas para se cortar (risos), mas em compensação, o carinho e o amor prevalecem em todas as dificuldades enfrentadas. Se somos escolhidos é porque somos capazes. Apesar das dificuldades, é recompensador ouvir ‘te amo’ em dose dupla”, finaliza, revelando o presente perfeito para este Dia dos Pais: “o maior presente de um pai é poder ver seus filhos felizes, passar momentos de felicidades junto deles”.

WALDECIR, PAI DE ARTHUR E RAUL

O comerciante Waldecir Pereira Serpa, de 49 anos, vive em Bragança Paulista e é outro papai orgulhoso de gêmeos. Pai de Arthur e Raul, de sete anos, ele revela que sempre quis e planejou ter filhos com a esposa, Juliana, mas quando ela engravidou, de forma natural, teve uma notícia inesperada. “Foi uma surpresa pra gente. Nunca imaginávamos gêmeos, foi engraçado quando fizemos o ultrassom, o médico perguntou: ‘quantos filhos vocês têm’? Eu disse: ‘é o primeiro’ e ele respondeu: ‘tem dois aqui’. Olhei pra minha esposa e ficamos sem saber o que dizer na hora, mas foi muita emoção”, relembra.

Segundo ele, todos ficaram felizes, mas igualmente surpresos, pois só havia dois casos de gêmeos com familiares mais distantes.

Arthur e Raul nasceram em 18 de abril de 2012, saudáveis, e desde então, vieram alegrias, desafios e muitas mudanças. “Tudo muda, principalmente a responsabilidade. Minha esposa não trabalha mais. No começo, foi mais difícil. Minha sogra, que mora longe, ficou quatro meses com a gente pra nos ajudar, o que foi muito importante. Eles tiveram catapora quando tinham nove meses, o Arthur ficou internado por sete dias em isolamento. Foi muito difícil, a pior parte até hoje. Quanto à questão financeira, abrimos mão de muitas coisas para dar o melhor para eles. A nossa vida pessoal é voltada a eles. O tempo que nos sobra é todo deles”, comenta.

Arthur e Raul são bivitelinos, ou seja, não dividiram a mesma placenta, por isso, são fisicamente diferentes – e segundo Waldecir, na personalidade também, mas isso não é um problema. “O Arthur é mais reservado e o Raul é mais extrovertido, a gente se desdobra pra atender os dois do mesmo jeito. E assim a gente vai levando, graças a Deus eles têm bastante saúde e energia, vamos tentando acompanhar”, diz.

Mais do que saúde, o papai coruja se derrete ao falar de outra qualidade dos filhos. “O mais importante: são muito educados! Graças a Deus, recebemos muitos elogios dos professores e amigos. Sou muito orgulhoso disso, já estou um pouco emocionado aqui falando deles (risos)”.

Ser pai de menino pode ser o sonho de muitos homens, mas para ele, esta nunca foi uma preferência. “Eu queria ser pai, não importava o sexo. Aí fui premiado: Deus me deu dois, sou muito feliz”, declara, contando o que a paternidade mudou em sua vida: “Ser pai é muito bom. A gente fica mais responsável e os cabelos brancos começam a aparecer (risos). Vale muito a pena”. E quando a missão é em dose dupla, fica tudo ainda mais divertido. “É muito gratificante e muito legal. Todo mundo pergunta se eles são gêmeos, aí você começa a explicar como foi e como é. É muito bom”, completa.

Ele não pensa em ter mais filhos. “Dois ‘tá’ ótimo, fui feliz de ter dois ao mesmo tempo, então ‘tá’ tudo certo”, diz. E quando questionado que tipo de pai ele se considera, a resposta é: “Eu tento só passar coisas boas pra eles, todos os valores que tive dos meus pais, honestidade e respeito ao próximo acima de tudo. Sou de tudo um pouco com eles, mas tudo na hora certa, acho que para ter certo respeito também a gente tenta ser um pouco bravo, mas o coração fala mais alto e a gente amolece. É natural”.

O presente perfeito para o Dia dos Pais? “Acordar de manhã e ganhar um beijo e um abraço deles, não tem presente melhor”, garante Waldecir, deixando uma mensagem para seus pequenos. “Que eles cresçam com sabedoria seguindo sempre o melhor caminho. Que sejam felizes aproveitando o máximo da vida. Que Deus esteja sempre com eles, abençoando sempre. Que o amor possa permanecer sempre em seus corações para que continuem sempre assim, carinhosos e amigos”, encerra.

CAUÊ, PAI DE VITÓRIA E VALENTINA

O jovem comerciante Cauê Queiroz, de 29 anos, vai viver o seu primeiro Dia dos Pais neste domingo. Pai das gêmeas Vitória e Valentina, de dez meses, ele experimenta as aventuras da paternidade pela primeira vez e em dose dupla, ao lado da esposa, Fernanda, na cidade vizinha de Atibaia.

A gravidez da esposa não foi planejada e, portanto, foi uma surpresa que causou grandes mudanças. “Estávamos juntos há pouco tempo e a Fernanda tomava remédio (anticoncepcional). Inclusive, ela iria trabalhar em Niterói-RJ, fomos juntos pra lá procurar apartamento pra ela, mas no Carnaval de 2018 descobrimos que ela estava grávida e acabou tendo que trabalhar por aqui mesmo”, conta.

A descoberta de que gêmeas estavam a caminho foi outro “susto”, pois se tratou do primeiro caso na família, mas foi motivo de grande felicidade para todos. “Nossa, foi um dia incrível, a Fernanda foi apenas fazer um ultrassom, o primeiro ultrassom, para saber se estava tudo bem. Como eu estava trabalhando e tinha muito serviço, ela disse que não tinha necessidade de ir junto, os pais dela foram com ela, aí na hora do almoço ela me ligou chorando, nunca esqueço, fiquei apavorado, pois achei que era uma coisa ruim ou que tinha dado algo errado, mas graças a Deus não, ela me disse que eram gêmeos, disse que a médica viu outra cabecinha no ultrassom, aí foi uma choradeira (risos), estava ansioso pra encontrar minha esposa e abraçá-la. E nesse mesmo dia avisei todos da minha família, foi um dia memorável”, relembra.

Desde que descobriram a gestação, Cauê explica que o casal teve de vencer diversas dificuldades, inclusive financeiras. “Foram muitos desafios, porque nós tivemos que casar para a Fernanda entrar no meu plano de saúde. Naquele momento, nós estávamos bem financeiramente, mas duas semanas depois que as nenéns nasceram eu fui exonerado, isso causou um desespero, pois tivemos que pagar o plano saúde e cortar muitos gastos”.

As meninas nasceram no dia 24 de setembro de 2018, saudáveis, com 36 semanas. De lá para cá, os desafios continuaram e incluem uma “maratona” de planejamento e de cuidados com as crianças. “Conseguimos pagar as contas, mas não conseguimos planejar nada e nem poupar dinheiro. Outro problema é a questão de ajuda com os familiares, a única pessoa que podemos contar 100% é minha sogra, mas mesmo assim, é muito difícil ficar com as nenéns sozinha, pois são duas. No momento, eu estou ficando com elas sozinho e minha esposa está trabalhando, quando sobra tempo, à noite e nos finais de semana, eu trabalho de Uber (motorista via aplicativo), estamos ‘correndo’ atrás de creche e se não der, pretendo trabalhar em alguma coisa que dê pra eu pagar uma escolinha para elas. Mas não é fácil, eu gostaria de dar tantas coisas pra elas, comprar tantas coisas. Mas sei que tudo tem seu tempo. Além de tudo isso, ter gêmeos mexe com o casamento, fica cansativo para os pais e isso acaba resultando em algumas brigas e desacertos”, pontua.

Porém, de acordo com ele, tudo isso é superado com as alegrias trazidas pela paternidade, que mudou completamente a sua vida. “Só sendo pai, pude conhecer o verdadeiro significado da palavra amor, é o sentido da vida, é a melhor coisa do mundo, vale a pena cada segundo. A paternidade me mudou completamente, logo no começo da gravidez, eu já passei por mudanças, parei de fumar e parei de beber bebidas alcoólicas. Hoje em dia, tudo que eu vou fazer eu penso nas minhas filhas, hoje sou mais humano, hoje tenho muito medo de morrer e deixar minhas filhas sem pai, hoje, sou muito menos machista, resumindo, estou renovado, sou um homem muito melhor, devo isso à paternidade”, afirma.

Ser pai de gêmeas, então, é ainda mais recompensador. Vitória e Valentina são univitelinas e, portanto, idênticas na aparência. Cauê conta que os próprios pais às vezes se confundem para saber “quem é quem”, mas são opostas na personalidade. “A Vitória é mais calma e mais carinhosa. Já a Vavá é mais séria e mais agitada”, descreve, detalhando a convivência com as filhas. “Nossa, é maravilhoso. Eu fico como um “juiz” no meio delas, elas brincam e brigam bastante (risos). Quando uma vem no meu colo, a outra já vem engatinhando com agilidade na minha direção, e isso não tem preço, sinto que sou amado em dobro. Porém, temos dificuldade em dobro também, não é fácil ficar com elas sozinhas, às vezes, falta braço e olho (risos)”.

Apesar de se considerar “pai coruja”, ele encara a educação das meninas como um fator muito importante. “Eu com certeza sou um pai coruja, mas não quero mimar, pelo menos não muito (risos). Quero ensinar pra elas que lugar de mulher é onde ela quiser, quero também que elas respeitem as pessoas, quero que elas deem valor para as coisas que têm e para as coisas que vão vir a ter, quero que elas sejam altruístas e sempre se coloquem no lugar do próximo. Acredito que posso fazer isso sendo um bom exemplo, por isso, afirmei que mudei meu estilo de vida”, fala.

Cauê afirma que sempre sonhou com a paternidade e, hoje, não imagina uma vida feliz sem as filhas e ainda pensa em aumentar a família. “Temos vontade te der mais dois filhos, mas agora só com condições financeiras muito boas”, entrega. O presente perfeito para ele? “Não sou de pedir, costumo agradecer, afinal, tenho duas filhas perfeitas e uma esposa maravilhosa, mas eu iria pedir o que tenho mais medo, e pediria em nome de todos os pais. Eu pediria que nenhum pai enterrasse seus filhos. Pediria que minhas filhas pudessem viver até o meu último suspiro”.

Para as filhas, ele deixa uma mensagem que demonstra o tamanho da transformação que as pequenas Vitória e Valentina lhe proporcionaram.

“Filhas, vocês transformaram a minha vida desde o momento que eu descobri que a mamãe estava grávida, eu sonhei por nove meses com o rostinho de vocês. Hoje, quando eu acordo, já quero beijá-las e, de noite, me conforta o coração quando vejo vocês no berço. Sinto que sou a pessoa mais abençoada do mundo. Minha vida e o amor de verdade começaram no dia que vocês nasceram, aliás, ver o parto de vocês foi a melhor sensação que tive na vida, obrigado por me escolherem. O papai ama vocês mais que tudo, não existe vida sem vocês”.

Para homenagear esses “super pais”, as esposas deixaram, em seus nomes e de seus filhos, uma mensagem especial a cada um deles. Acompanhe:

Papai Júnior

“Obrigado por ser esse pai maravilhoso, amoroso e amigo. Sabemos que nossos dias não são fáceis, são cansativos, afinal, somos três sapecas que, depois de um dia cansativo de trabalho, queremos toda sua atenção quando chegamos em casa.

Mas amamos tudo isso e curtimos muito todas as brincadeiras.

Desejamos que seu dia seja maravilhoso.

Parabéns, papai, e que possamos comemorar muitos e muitos dias dos pais juntos.

Te amamos muito e obrigado por ser nosso SUPER HERÓI.

Beijos”, mamãe Helô, Vini, Lolô e Lelê.

Papai Waldecir

“Gostaria de agradecer por ser esse pai e esposo tão responsável, amigo, companheiro, que cuida e nos protege, que faz de tudo para dar o melhor pra gente. Agradecemos por ter você do nosso lado.

Te amamos, que Deus e Nossa Senhora Aparecida possam te abençoar e iluminar a cada dia mais.

Feliz Dia dos Pais!”, Juliana, Arthur e Raul.

Papai Cauê

“Mozão, quando descobri que estava grávida, não imaginava o pai tão maravilhoso que você se tornaria. Você é o pai que toda filha quer ter: carinhoso, atencioso, brincalhão, alto astral, cuidadoso, que mata e morre se for preciso, que faz de tudo pra ver feliz, que corrige sem ser ruim ou ríspido, que ama mais que tudo. Quando eu vejo você cuidar das nossas pequenas, sinto tanto orgulho. Você não me ajuda, você DIVIDE a responsabilidade e isso é tão importante. Tanto pra você, quanto pra elas. Desde sempre dando banho, trocando a fralda, dando papinha, fazendo dormir. Elas têm um herói. Eu tenho um herói. Alguém que deixou de beber, de fumar, que se transformou por elas e pra elas. Você não vai apenas ensinar o que é o correto, você será o melhor exemplo que elas poderiam seguir. Seu coração e seu jeito farão elas serem apaixonadas por você como eu sou! Não é fácil ter três mulheres em casa, rs, eu sei, mas somos as três mulheres mais felizes desse mundo, pois temos você! Queremos dizer que te amamos muito! E não imaginamos a vida sem você! Feliz primeiro Dia dos Pais!”, Fernanda, Vitória e Valentina.

 

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