Conheça três mamães muito especiais que vêm sentindo na pele as dores e as delícias de um dos períodos mais transformadores da vida de uma mulher em um período turbulento, mas repleto de aprendizados
Que ser mãe não é tarefa fácil todo mundo já ouviu dizer. Que é uma missão complexa, que envolve amor, cuidado e paciência, também. Agora, imagine exercer essa função diante de um cenário completamente atípico: uma crise de saúde sem precedentes em todo o mundo causada pela pandemia do novo coronavírus. O que parece impossível não é: nesta edição do Jornal Em Dia, a reportagem entrevistou mulheres que se viram frente a frente com os desafios da maternidade nesse período.
Elas enfrentaram – e seguem enfrentando – o difícil isolamento social, medos, apreensões, dúvidas e incertezas. Não vivenciaram as alegrias do chá de bebê, das longas horas de compras em lojas de enxoval, as visitas dos familiares e amigos e tiveram de compartilhar esse momento com pessoas queridas praticamente a distância. Por outro lado, experimentam a doçura da maternidade e veem, nesta fase, a oportunidade do novo, de acreditar em dias melhores, renovar as esperanças e viver o chamado amor incondicional.
Se, por um lado, há angústias durante a gestação ou o parto, por outro, o nascimento de uma vida é sempre momento de celebração e alegria para toda a família. Por isso, ainda que cada experiência seja única, essas mulheres possuem algo em comum: a força, a garra e a ternura que só as mães têm – tudo isso, com os cuidados que se fazem mais do que necessários para evitar o contágio da Covid-19, preservando a sua vida e a do bebê, garantindo seu pleno desenvolvimento e saúde.
Conheça as histórias de Ingrid Jade dos Santos Dantas, de 22 anos, Sara Isis da Silva Santos, de 41, e Camila Silveira Borges de Paula, de 39 – três mamães muito especiais que vêm sentindo na pele as dores e as delícias de um dos períodos mais transformadores da vida de uma mulher em um período turbulento, mas repleto de aprendizados.
“A coragem e a força vencem qualquer medo”

A paixão por crianças sempre esteve presenta na vida da estudante de Pedagogia Ingrid Jade dos Santos Dantas, de 22 anos. Também apaixonada por música, além de estudar violão, antes da pandemia tocava agbê na Cia Malungos do Baque, um grupo de cultura popular que mantém vivas as tradições do maracatu.
O que não estava nos planos da estudante e de seu companheiro, Leonardo, com quem está há um ano e quatro meses, era uma gravidez, ainda que ela pensasse na possibilidade em outro momento. “A princípio, não pensava em ser mãe até terminar minha faculdade ou ter certa estabilidade”, conta.
Quando descobriu a gestação do pequeno Dante, em março de 2020, no início da pandemia, a reação inicial foi um susto. “Chorei muito. Lembro-me de ter muito medo porque estava no começo da pandemia, então não sabíamos nada sobre o vírus. Foi bem difícil lidar com uma notícia tão boa que é ser mãe, mas no meio de um surto viral. Sabia que precisaria fazer acompanhamento pré-natal e tinha medo até de sair de casa, mas o amor ficou ainda mais forte que tudo o que estava acontecendo”, relembra.
A família recebeu a notícia de uma nova vida com muita alegria, mas Jade sabia que o desafio era grande, por isso, intensificou as medidas preventivas. “Usei máscara desde o começo de tudo, sempre levava um potinho de álcool gel no bolso, deixava um borrifador com água sanitária na entrada de casa e colocava as roupas para lavar, principalmente, pelas idas ao posto para fazer o acompanhamento da gravidez. Também comecei a fazer as compras do mês de forma on-line, evitando ir ao supermercado e ter contato com o vírus”, relembra.
As visitas e os eventos foram restritos, durante e depois da gestação. “Optei por não receber visitas na gravidez nem fazer chá de bebê, ao meu ver seria um risco desnecessário. Apesar de me sentir muito sozinha durante a gravidez justamente por não ver ninguém, tive amigos e alguns familiares presentes virtualmente, me ajudando e amparando no que precisasse. Duas amigas fizeram um chá de bebê on-line para meu bebê e também para nos ajudar”, diz.
Além da questão financeira – Jade não pôde trabalhar durante a pandemia, já que as escolas estavam fechadas – uma das maiores dificuldades desse período foi o distanciamento social. “Gestar mexe muito com nosso íntimo, senti falta de uma rede de apoio que pudesse abraçar, viver cada momento da gravidez longe de quem eu mais amava foi difícil”, entrega.
O medo do coronavírus também foi grande – não só por ela. “Tive medo pelo meu filho, pelas pessoas que amo. Depois que nos tornamos mães, parece que até uma dor de dente já nos deixa com medo. Esse instinto de querer proteger meu filho e estar sempre presente por ele me fez temer qualquer coisa, mas a coragem e a força vencem qualquer medo”, revela.
Jade sonhou com um parto domiciliar, por acreditar que seria mais seguro. Os planos mudaram, mas, no dia 5 de novembro de 2020, o pequeno Dante veio ao mundo, no hospital, de parto normal, pesando 2,630 kg e medindo 48 cm.
Desde então, as alegrias e os cuidados aumentaram em casa, e Jade continua sentindo falta do contato com a família, os amigos e a natureza, que tanto ama, mas entende que se trata de uma causa maior. “Mesmo sendo difícil o momento que vivemos, há um pequenino descobrindo um mundo que também é regado por coisas boas”, ressalta.
Hoje, um de seus principais prazeres é a amamentação e, claro, as descobertas ao lado do pequeno Dante. Depois da pandemia, ela pretende levar o bebê para reencontrar a bisavó, a quem viu uma única vez, ir à praia e a espaços verdes. Por enquanto, ela se dedica integralmente ao bebê, conciliando seus afazeres e os estudos. “Me doar inteiramente e integralmente para ele, do nada, sem aviso prévio fez com que eu percebesse que sou mais forte do que imaginei um dia”, fala.
Ser mãe diante da pandemia lhe trouxe muitas lições. “A ser forte e enfrentar as situações, por mais dolorosas que sejam. Saber que eu era responsável por uma vida além da minha me fez amadurecer de uma forma que só quem é mãe vai entender. Aprendi a ser mais paciente, a lidar com as coisas de uma forma mais leve que antes eu não conseguia por ser um pouco ansiosa. A pandemia me ensinou a esperar pelos momentos, a ser paciente nos dias difíceis e de solidão, a ser forte pelo meu filho e a ser grata por cada dia que acordo ao lado dele e o vejo com saúde”, pontua, dizendo que o pequeno Dante a fez sentir “mais forte e potente” e a retomar sonhos. “Ele trouxe esperança e amor para toda família, muita união e planos para um futuro melhor”.
Este domingo será muito especial para a mamãe de primeira viagem. “Me tornar mãe foi o acontecimento mais bonito que já me aconteceu, vai ser muito emocionante poder desfrutar desse momento com meu menino. Triste vai ser passar longe da minha mãe, que me deu a dádiva da vida e me fez olhar com outros olhos para a maternidade”, afirma.
Os melhores presentes para amanhã são a saúde e o sorriso de seu bebê, mas ela também pediria “também vacina para todos, o mais rápido possível, mais saúde, mais vida a todas as mães, mais amor e sororidade entre as mulheres e menos julgamento”.
Nesta data, ela deixa uma mensagem ao pequeno Dante, que tanto transformou a sua vida. “Filho, por mais difícil que tenha sido nossa caminhada, saiba que eu passaria tudo de novo para poder ter você aqui comigo. O espaço no meu coração segue crescendo junto com você, saiba que sempre estarei ao seu lado. No meio disso tudo, eu tive o seu abraço, o seu colo e o seu sorriso e não ao contrário. Sei que o contato com os vovós e amigos faz falta, mas obrigada por iluminar todos os meus dias e me ajudar a seguir com esperança e coragem”.
Ela também agradece ao carinho e apoio do companheiro e pai de Dante, Leonardo. “Foi e é surpreendentemente lindo ver seu amor pelo nosso filho. Agradeço pela família que formamos e não poderia ter Dias das Mães melhor que esse”, declara, desejando um dia especial a todas as mães. “Você é a mãe que seu filho precisa, independente de acertos e erros, comparações, você é única para essa criança e terá sempre um amor eterno e incondicional. Acredite: dias melhores virão, vocês são fortes, tenham coragem e aproveitem cada instante. Os filhos crescem e o tempo não volta. Muito amor nesse dia tão especial”, conclui.
“Filhos são uma bênção, seja em uma pandemia ou não”

Sara Isis da Silva Santos tem 41 anos e é funcionária pública. Há mais de 25 anos com o esposo, Antônio, e mãe de dois filhos, Lara, de 20 anos, e Matheus, de 12, ela viu sua vida se transformar novamente no ano passado, no auge da pandemia de Covid-19, quando descobriu que estava grávida. “Foi um susto!”, revela. A gestação da pequena Maria Luz, hoje com um mês, pegou a todos de surpresa.
“Quando eu descobri que estava grávida da Maria, foi uma alegria e um susto ao mesmo tempo, pois meu filho Matheus já tinha 12 anos e, como eu sou asmática, isso me preocupava ainda mais em relação à pandemia, pois o cuidado tinha que ser dobrado. A notícia da gravidez foi um pouco assustadora, mas eu tinha que ser forte por mim e pelo futuro bebê”, relata.
Ela descobriu a gravidez no auge da pandemia, em junho, mas a notícia também aliviou um período difícil que estava enfrentando na vida pessoal. “Todos receberam com muita alegria, pois, quando descobri que estava grávida, fazia alguns meses que meu pai tinha falecido e foi uma notícia que tirou um pouco aquela tristeza, principalmente da minha mãe”, relembra.
Sara conta que sempre quis ser mãe e que teve três experiências completamente distintas com a maternidade. “Sempre quis ser mãe, foi um sonho realizado. Quando engravidei da Lara, era mais nova, tudo era novo, uma alegria, mesmo com as coisas difíceis. Já na do Mateus, era mais madura, e já entendia melhor a responsabilidade. Agora, com a Maria Luz, foi um susto, pela minha idade e também pelo mundo enfrentando uma pandemia grave”, explica.
Diante desse cenário, os cuidados com mamãe e bebê tiveram de ser redobrados, e Sara teve de se privar de diversas atividades para preservar a sua saúde e a da pequena Maria Luz. “Sair, nem pensar, só para trabalhar; para ir ao trabalho, só de carro, pois não tinha como usar transporte público por conta da aglomeração. No final da gravidez, como eu não podia mais dirigir, meu marido e minha filha se revezavam para me levar e me buscar no trabalho e, como agora estou de licença-maternidade, não posso sair para nada, estamos usando a máscara e álcool em gel a todo momento; as compras são todas higienizadas antes de guardar”, pontua.
Durante e após a gestação, Sara cancelou todas as visitas e vem compartilhando sua rotina com os familiares por meio de fotos e vídeos. Um dos momentos mais aguardados da gravidez, o chá de bebê, teve de ser adaptado. “Eu fiz um chá rifa, uma rifa com 100 nomes, em que cada nome era um pacote de fraldas ou um presente para bebê. Passei para uns amigos do meu trabalho foi superaceito, me ajudou muito, ganhei muita coisa. Compras [de enxoval], só pela internet”, explica. “Tive que me adaptar com o cenário que estávamos vivendo no momento; quando você fica grávida até o nascimento, quer sair e mostrar para todos a barriga e o neném depois que nasce, mas foi necessário me privar de tudo isso”, completa.
O principal medo nesse período, de acordo com ela, foi o de não conseguir levar a gravidez até o final, mas, felizmente, a pequena Maria Luz veio ao mundo cheia de saúde, de parto normal, no dia 27 de março de 2021, com 46,50 cm e pesando 2,870 kg. “Tudo passou e agora é só alegria, claro, com todos os cuidados”, comemora a mamãe, que já tem planos com a bebê para depois que a pandemia passar. “Quero levar ela para passear, ver meus amigos, mostrar a ela tudo de bom que a vida tem, poder sair me divertir com ela como foi com os outros dois filhos”, revela.
Quando questionada sobre o que aprendeu com a maternidade durante a pandemia, Sara reflete. “Que estamos sempre fortes a cada momento, mulher é guerreira sempre, isso me ensinou a ser mais forte ainda! Também me ensinou que a vida é o bem mais precioso e a família está sempre ao nosso lado apesar de toda dificuldade”.
Para o primeiro Dia das Mães com a terceira filha e a família completa, ela não tem grandes expectativas, mas entrega qual seria o seu presente ideal. “A expectativa seria a vacina, mas a vacinação ainda está bem lenta. E o presente seria o fim da pandemia – acho que para todos”, diz.
Para Sara, ser mãe significa amor e cuidado incondicionais. “Amor ao próximo, pois, nos cuidando, também estamos cuidando do outro. Filhos são uma bênção que não tem idade nem data marcada, seja em uma pandemia ou não”, encerra.
“As coisas acontecem quando têm que ser”

A bancária Camila Silveira Borges de Paula, de 39 anos, está vivendo um dos momentos mais aguardados de sua vida ao lado do marido, Luís Augusto, com quem é casada há quase cinco anos. Ela espera o pequeno Noah, que deve chegar ao mundo em junho e já está trazendo muitas alegrias à família.
Apesar de nunca ter sentido “a necessidade” de ser mãe, depois do casamento e a vontade do esposo de se tornar pai, Camila começou a alimentar o sonho de ter o primeiro filho e, então, veio a busca pela maternidade. “Durante longos dois anos e meio, nós tentamos uma gestação sem sucesso. Fizemos vários exames e todos com resultados absolutamente normais, dois tratamentos de inseminação sem êxito. Comecei a me perguntar se de fato ser mãe era algo para mim, se estava na minha vida”, relembra.
No início de 2020, o casal decidiu fazer uma fertilização in vitro. “Quando finalmente estava mais perto a realização do nosso sonho, veio a pandemia e a impossibilidade de iniciar o tratamento. Ficamos frustrados, mas decidimos dar um tempo nas tentativas de uma gravidez e esperar diante do cenário completamente novo e assustador daquele momento. Em setembro, a doença já era mais conhecida, a pandemia parecia estar mais controlada no Brasil e o desejo de sermos pais estava cada vez maior, então decidimos retornar o processo de FIV”, conta.
A partir de então, veio a surpresa: quando se preparava para reiniciar os inúmeros procedimentos necessários para o tratamento, Camila descobriu que estava grávida. “Nem acreditei quando vi o resultado positivo na canetinha do teste rápido. Fiz dois testes e um exame de sangue que constatou de fato que o nosso milagre tinha chegado. Nos sentimos presenteados e muito abençoados por Deus por finalmente ter conseguido a nossa tão sonhada gestação”, comemora.
No começo, Camila conta que toda a família ficou em êxtase, mas passado o momento de euforia, começou a se dar conta de toda a responsabilidade que a gestação trazia diante da pandemia. “Vieram alguns sentimentos de medo e de frustração. Tinha e tenho muito medo de contrair a doença e de alguma forma prejudicar a minha gestação e a saúde do nosso bebê. E frustração muito grande por não poder dividir esse momento tão especial com outras pessoas”, revela.
A partir de então, os cuidados preventivos contra a pandemia, já adotados pelo casal, foram intensificados. “O isolamento social que antes era respeitado, ainda que nos permitíssemos algumas exceções, passou a ser total. Comecei a trabalhar em home office, cancelamos totalmente o encontro com os amigos, as minhas viagens para visitar minha família e as vindas da minha família para me visitar. Aumentamos os cuidados dentro de casa, deixamos de frequentar lugares públicos e aumentamos mais ainda os cuidados com a higiene pessoal”, pontua.
Alguns dos momentos especiais da gestação, como chá de bebê e compras de enxoval, também tiveram de ser cancelados. “Eu não tive o prazer de fazer um chá de bebê com os meus amigos e família, não pude ir às lojas escolher o enxoval, não pude passear e exibir orgulhosa a minha tão desejada barriga. Dá uma sensação de que não foi tudo vivido completamente, mas, ao mesmo tempo, saber que todo esse esforço tem uma razão maior – a minha saúde e a do meu bebê –, traz um conforto estranho, de saber que todos esses cuidados não são em vão”, afirma.
Camila é natural de Teresina, no Piauí, e a principal dificuldade que vem enfrentando é o distanciamento social, principalmente da família. “Esse é nosso primeiro filho, é o primeiro neto da minha mãe e, por consequência, primeiro sobrinho dos meus irmãos. E infelizmente, durante toda a gestação, os únicos contatos que nós tivemos foram por meio das redes sociais – fotos, ligações de vídeo, filmes gravados – todos os momentos especiais foram de maneira virtual. Isso me dói muito: não poder compartilhar mais de perto esse momento, que é tão especial”, entrega.
Apesar de estar sendo bem assistida por seu obstetra e ter ao alcance muita informação, Camila vem sentindo a falta da presença da mãe e da irmã. “Falta do conforto de um colo e um abraço, falta de que elas estivessem presentes nos meus exames pré-natal, de que estivessem me ajudando a escolher as roupinhas, montar o quartinho, apoiar e estar perto nos momentos de medo e inseguranças”, relata.
Quando o pequeno Noah nascer, Camila pretende restringir as visitas e apresentá-lo, em um primeiro momento, apenas aos avós e tios, em encontros rápidos, sem colos ou beijinhos. No entanto, ela se diz confiante em dias melhores e tem diversos planos com o seu bebê. “Espero que, até o final do ano, uma grande parcela da população já esteja vacinada, a pandemia controlada e que possamos fazer uma viagem ao nordeste. Estou louca de vontade de poder ir à minha cidade natal e apresentar o meu bebezinho a toda minha família e amigos”, entrega.
Além dos medos provocados pela pandemia, a mamãe de primeira viagem tem outros receios, estes com relação à educação do pequeno Noah. “Talvez um pouco de insegurança e dúvida em relação a ser uma boa mãe, se saberei conduzir o meu filho no caminho do bem e da retidão. Mas sou muito confiante de que, com bom exemplo e principalmente bons ensinamentos, tudo vai dar certo e vamos conseguir formar um homem de bem e capaz de respeitar o próximo, a família e a Deus”, reflete.
Com a gestação, a bancária vem sentindo na pele, no corpo e nos cabelos as mudanças, mas sua principal transformação tem sido interna. “Os sentimentos mudam! De tudo que acontece, para mim, o que foi mais visível foi a mudança nas minhas prioridades. A gente deixa de pensar na gente para agora ter sempre uma pessoinha acima de nós. Em todas as coisas, em primeiro lugar, eu penso no conforto e bem-estar do meu filho”, avalia, acrescentando que a gravidez tão aguardada, apesar das adversidades, tem sido um período mágico em sua vida. “Verdadeiramente, gerar uma vida é um milagre, é divino”.
O primeiro Dia das Mães de Camila será cheio de expectativas e um pedido especial. “Já estamos muito perto do nascimento do Noah, então, agora, o que mais desejo é que ele venha de maneira bem tranquila e segura. Que seja um parto sem intercorrências e que ele nasça cheio de saúde. Desejo, especialmente, que todas as mães possam estar seguras e protegidas e que todos os bebezinhos que estão chegando agora nesse cenário de pandemia estejam protegidos pelo manto de Deus e que permaneçam saudáveis e seguros em seus lares”.
Hoje, prestes a dar à luz a Noah, ela olha para trás e garante que tudo valeu a pena. “Gostaria de dizer que sei o quanto sou especial para Deus. Ele está me dando o maior e melhor presente da vida. As coisas acontecem quando têm que ser. Foi difícil gerar no meio de uma pandemia, sendo mãe de primeira viagem e estando tão longe da minha família, mas em nada eu mudaria esse momento tão especial”, fala. Ao seu aguardado filho, ela deixa uma mensagem especial. “A mamãe e o papai estão aqui te esperando e nós prometemos te conduzir no caminho do bem, e acima de tudo, no amor de Cristo”, declara.
Às estrelas deste domingo, ela finaliza com um recado especial. “A todas as mães, eu desejo uma vida muito especial. Um dia é muito pouco para celebrar aquela que nunca dorme. Às vezes, a tarefa parece árdua, mas saber que estamos cuidando de um pedaço da nossa carne, de um ser de luz, nos faz parecer doce a caminhada. Sejamos gratas por poder viver essa experiência tão incrível e divina”, encerra.
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