A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo aprovou na quarta-feira, 10, o novo salário mínimo paulista, com valor de R$ 1.550. O projeto havia sido encaminhado pelo governador Tarcísio de Freitas no último dia 2 de maio e agora aguarda sanção. O reajuste proposto pelo governo é de 20,7% para a primeira faixa de remuneração e de 18,7% para a segunda, representando um aumento significativamente superior ao concedido para o mínimo estadual em 2022, que foi de 10,3%.
As duas faixas de remuneração são definidas por setores específicos, levando em conta as condições de demanda de mão-de-obra e custo de vida em São Paulo. Criado em 2007, o piso estadual permite que trabalhadores paulistas recebam remunerações acima do salário mínimo nacional. A atual gestão paulista propôs um reajuste quatro vezes maior que a inflação acumulada nos últimos 12 meses, segundo o IBGE.
O projeto de lei recebeu 14 emendas dos parlamentares e duas foram reunidas em uma subemenda, aprovada pelo plenário, que definiu a inclusão da categoria dos cuidadores de idosos no rol de profissões e atividades abrangidas pelo novo salário mínimo paulista.
Em nota, o governador Tarcísio de Freitas, que se encontra em Nova York em busca de investimentos para o estado, agradeceu o empenho dos deputados e destacou a importância do aumento para valorizar os trabalhadores paulistas. A medida aguarda agora a sanção do governador para entrar em vigor.
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