Governador João Doria afirmou que o estado não deve celebrar ocasiões como o Ano-Novo e o Carnaval com grandes festas
Nesta semana, em coletiva de imprensa, o governador João Doria declarou que o Ano-Novo e o Carnaval 2021 não deverão contar com comemorações grandiosas, como o habitual. Doria ressaltou que a pandemia de Covid-19 não terminou e que “não é hora de celebrações, encontros, festas, atividades de aglomeração de nenhuma espécie. Primeiro, por solidariedade pelas vidas que se perderam”.
O governador ponderou que é preciso muita atenção ao programar atividades festivas nessas datas. “Nós não temos que celebrar nem o Ano-Novo e nem o Carnaval diante de uma pandemia. Apenas com a vacina, pronta e aplicada e a imunização feita, é que poderemos ter as celebrações que fazem parte do calendário do país. Neste momento, não”, reforçou.
Apesar de os testes para vacinas continuarem, Doria falou que ainda não é hora de relaxar, já que elas poderão começar a ser disponibilizadas apenas no segundo semestre do ano que vem.
O Jornal Em Dia conversou com Noy Camilo, presidente da Liesb (Liga Independente das Escolas de Samba de Bragança Paulista), para saber se há uma previsão para o Carnaval bragantino, e ele respondeu que a cidade deve seguir a mesma decisão dos grandes carnavais, mas ainda não há uma definição. “A gente está fazendo algumas reuniões com os presidentes das escolas, porém, está tudo incerto, porque esse é um ano de eleição, um ano em que muda toda a Administração, e a gente sabe que as grandes aglomerações não são permitidas até que tudo isso se normalize ou pelo menos tente se normalizar. Então, eu acredito que a nossa proposta para Bragança é ver se a gente consegue fazer alguma coisa em maio, lá para frente; enquanto não resolver essa situação, acho que é bem difícil ter Carnaval em Bragança. Acredito que nós seguiremos os grandes carnavais, como Rio e São Paulo. Como o Doria já definiu que as grandes comemorações serão adiadas no estado de São Paulo, Bragança deve seguir essa mesma situação, mas nada conclusivo ainda”, explicou.

Vale salientar que cinco das 12 escolas de samba cariocas, do Grupo Especial – Mangueira, Imperatriz Leopoldinense, Vila Isabel, Beija-Flor e São Clemente –, já disseram que devem desfilar somente se houver uma vacina disponível até o Carnaval.
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