A expectativa diante da definição do comando da Prefeitura de Bragança Paulista continua. Na última quinta-feira, o TRE (Tribunal Regional Eleitoral) de São Paulo adiou, pela segunda vez, o julgamento.
Agora, não há estimativa de quando o processo deve voltar à pauta. Há quem fale em 15 dias, um mês, 60 dias. Na verdade, não há prazo que restrinja ou estabeleça limite para as vistas processuais nesse caso.
No que diz respeito à cidade, tudo continua como estava. O prefeito Fernão Dias e a vice-prefeita Huguette seguem nos cargos e podem agora, arriscamos dizer, governar com um fôlego novo. Afinal, já conseguiram reverter o único voto contrário que haviam obtido na ocasião do julgamento da ação cautelar. É certo que os outros desembargadores e juízes também podem mudar de opinião, mas, isso só o tempo poderá nos contar.
Fato é que há muito trabalho a fazer na cidade e não se pode esperar a definição do TRE para iniciar, até porque depois dessa decisão, a expectativa se dará em torno da posição do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Não que a Administração Fernão Dias/Huguette esteja esperando, não. É notório que muitos setores estão caminhando e procurando soluções para problemas antigos.
Contudo, há setores que ainda não se ajustaram e que precisam urgentemente pegar o ritmo do serviço público de qualidade para os cidadãos.
Enquanto isso, a população está à espera de uma definição. Definição esta que ela já deu nas urnas, na eleição do ano passado, mas que não foi suficiente para garantir os eleitos no poder.
Se houve infração ou não à legislação eleitoral de candidatos aos cargos públicos, cabe à Justiça julgar. Aos candidatos, cabe aperfeiçoarem sua equipe e sua estratégia de campanha para que não incorram nessas supostas infrações novamente, para que não deixem a cidade nesse clima de insegurança política. Aos eleitores, cabe a conscientização para aprimorarem seu poder de voto, para que não se rendam a propostas indecentes de troca de benefícios por votos.
E no mais, continuamos à espera...
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