A assessoria de comunicação do Sindicato dos Bancários de Bragança Paulista e Região informou que a greve da categoria, que teve início na terça-feira, 18, começou com adesão de trabalhadores de 72% das agências da cidade.
“Vamos trabalhar para que esse número seja ainda maior até que os banqueiros atendam nossas reivindicações, que são justas e necessárias não só para os bancários quanto para toda a população, que é quem acaba pagando a conta dos lucros absurdos obtidos pelos patrões”, declarou Rodrigo Franco Leite, presidente do Sindicato de Bragança Pau-lista e Região.
Os bancários reivindicam reajuste de 10,25%; piso salarial de R$ 2.416,38; PLR (Participação nos Lucros e Resultados) de três salários mais R$ 4.961,25 fixos; Plano de Cargos e Salários para todos os bancários; e elevação para R$ 622,00 dos valores do auxílio-refeição, da cesta-alimentação, do auxílio-creche/babá e da 13ª cesta-alimentação, além da criação do 13º auxílio-refeição; mais contratações, proteção contra demissões imotivadas e fim da rotatividade; fim das metas abusivas e combate ao assédio moral; mais segurança; e igualdade de oportunidades.
Apesar da paralisação, todos os serviços que não dependam de atendimento na boca do caixa estão garantidos, conforme enfatizou o sindicato. Isso inclui, por exemplo, a compensação de cheques e o pagamento de boletos nos caixas eletrônicos.
Não há previsão para o término da paralisação, pelo menos não até sexta-feira, 21, de acordo com o Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT.
0 Comentários