Representantes sindicais falam sobre aumento nas contas de energia elétrica

Na tarde de terça-feira, 7, durante sessão ordinária da Câmara, o presidente do Sehal (Sindicato das Empresas de Hospedagem e Alimentação de Bragança Paulista), Enry de Saint Falbo Júnior, e o secretário geral do Sinthoresca (Sindicato dos Trabalhadores em Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares), Sandro José de Queiroz, externaram preocupação quanto ao aumento que vem sendo registrado nas contas de energia elétrica.

Enry afirmou que o aumento no valor do serviço está insustentável, que a “nova concessionária de energia está extrapolando e tarifando tudo” e que o reajuste aplicado em Bragança Paulista foi o pior da região. “Isso tem gerado concorrência desleal entre as cidades, desemprego e vários outros transtornos”, declarou.

Além disso, o presidente do Sehal disse que a Energisa não vem fazendo medições e cobra a tarifa por uma média feita dos últimos 12 meses. Enry acrescentou que o controle é dificultado e que os valores cobrados não parecem corresponder à média, mas sim, à “alta”. Ele pediu intervenção dos vereadores na Energisa a fim de que a situação seja revista ou ao menos que uma explicação seja dada.

Sandro afirmou que o aumento na energia elétrica preocupa porque pode desencadear demissões e trazer prejuízo para os trabalhadores.

Os participantes foram apresentados pelo vereador Jorge Luís Martin, que afirmou que a tarifa de energia na cidade é uma das mais caras do país. Ele questionou, ainda, que Bragança tenha sofrido reajuste de mais de 38% na tarifa de energia enquanto o município de Borborema-SP, onde a Energisa também atua, tenha tido aumento de apenas 5,70%.

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