Falta informação

Apesar dos avanços tecnológicos da atualidade e da facilidade com que informações são divulgadas, especialmente por meio da internet, das redes sociais, há algumas demandas que parecem ainda carecer de orientação adequada.

Na última semana, por exemplo, o vereador Paulo Mário Arruda de Vasconcellos disse que ouviu sugestões, durante uma audiência pública sobre acessibilidade, de que uma medida que traria muitos benefícios e que poderia ser tomada pelo poder público seria a promoção de campanhas educativas.

Já nesta edição, os leitores acompanham que a falta de conhecimento sobre o funcionamento da rede de saúde do município motivou uma cidadã a levar seu pai idoso ao pronto-socorro do Husf (Hospital Universitário São Francisco), que não o atendeu, e, com isso, motivou a reclamação dela em rede social e também neste jornal.

Assim, de um lado, identificamos a própria população sugerindo campanhas educativas porque sente que a falta de informação gera problemas, no caso, nas questões de acessibilidade que envolvem deficientes e pessoas com mobilidade reduzida. De outro, constatamos que a falta de informação realmente causa transtornos consideráveis no dia a dia da sociedade.

No fato em questão, felizmente, o paciente acabou sendo atendido por opção própria na ala particular, teve seu problema diagnosticado e foi devidamente medicado e orientado. Mas, é preciso levar em conta que se o caso fosse grave, a espera e o deslocamento de um local para o outro poderia ser fatal, pois com saúde não se brinca.

Então, é importante que o poder público comece a identificar áreas que precisam de esclarecimentos como essa, da saúde, e comece a elaborar campanhas educativas a fim de evitar transtornos para a população. Informações julgadas como básicas, muitas vezes, podem não ser de conhecimento geral e fazer a diferença em momentos importantes.

Informar nunca é demais!

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