O governo do estado de São Paulo anunciou, na sexta-feira, 5, a realização de concurso público para a contratação de 59 mil novos educadores, além de outras medidas para a mesma área.
Conforme divulgou a assessoria de imprensa da Secretaria da Educação do Estado, outra medida é que, a partir de agora, os professores efetivos e estáveis da rede estadual de ensino paulista poderão acumular o cargo com a contratação temporária. Isso permitirá, por exemplo, que ele substitua outro professor em horário distinto de sua jornada, além de aumentar a carga horária de acumulação para 65 horas semanais.
O edital do concurso deve ser publicado ainda neste ano e deve estipular que os candidatos aprovados passem pela formação específica, na Escola de Formação e Aperfeiçoamento do Estado de São Paulo “Paulo Renato Costa Souza” (EFAP), simultaneamente ao estágio probatório. Isso deve agilizar o ingresso dos novos professores na sala de aula, pois antes essas fases aconteciam em fases distintas.
Outra novidade é que os novos ingressantes não precisarão mais cumprir os três anos de atuação obrigatória na unidade de ensino (estágio probatório) para só então participarem do processo de remoção.
Além disso, a Secretaria anunciou a nomeação de 973 agentes de organização escolar, a criação de 127 cargos de oficial administrativo e 87 de executivo público.
O governador Geraldo Alckmin anunciou, ainda, a criação de mais de 800 cargos na rede estadual de ensino. Os profissionais atuarão nas Diretorias Regionais de Ensino e nos órgãos centrais da pasta, a fim de desburocratizar as atividades da escola e permitir maior dedicação à sala de aula.
Serão 400 vagas para analista de tecnologia, função inédita na pasta, que será focada nos núcleos de informática e execução das obras, e 418 novos postos de trabalho para analistas administrativos, responsáveis por auxiliar na gestão de recursos humanos, além da gestão financeira.
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