O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

Mas, e se...

Mas, e se, num belo dia, você decidisse jogar tudo para o alto e apostar suas fichas numa nova vida, em outro país, longe de seus familiares? E se, um ano depois, você resolvesse novamente apostar suas esperanças num projeto que pode fazer a diferença na vida de milhares de pessoas num país que você nunca nem sonhou em conhecer e descobrisse, então, que muita gente acredita no seu potencial e financiou seu projeto? Mas, e se, numa noite, numa madrugada, você acordasse inquieto, sentindo que algo está faltando em sua vida e, de repente, tivesse a ideia de desenvolver um projeto voluntário em sua área, projeto este que transforma a vida de pessoas muito carentes que sequer sonharam com tal transformação, dando-lhes dignidade por meio de suas moradias? E se, num retiro espiritual, você fosse tocado pelo espírito de Deus a implantar um novo serviço em sua comunidade religiosa e, então, após um ano, você constata que centenas de pessoas foram beneficiadas pelo simples ato de ouvir?

Essas suposições são características das histórias que contamos nesta edição. Histórias de entrega ao voluntariado ou a projetos sociais que aparentemente não dizem respeito à vida dos envolvidos, mas que, de alguma forma, agora fazem e que mostram como ainda há pessoas comprometidas ou que se dispõem a comprometer-se com o bem-estar alheio, apesar de as grandes mídias explorarem o contrário.

Há quem pense e defenda que cada qual deve cuidar do seu nariz. Até certo ponto, isso é aconselhável, no sentido de não se intrometer na vida alheia, especialmente a fim de causar dissabores. Porém, é fato que não podemos passar pelo mundo com tapas (como aquelas que os cavalos usam para não olharem para os lados), fingindo que as mazelas das pessoas ao nosso redor não nos afligem. Cada qual em suas possibilidades, na medida em que for tocado em seu coração, em sua consciência, deve sim se importar com os problemas alheios e fazer algo que possa amenizar esse sofrimento. E não se trata apenas de religiosidade, mas de humanidade.

Os voluntários cujas histórias contamos nesta edição são pessoas que mostram que é possível se fazer um mundo melhor a partir de pequenas atitudes, de sementes plantadas com amor, na certeza de que fazendo o bem elas vão se multiplicar. Eles não se intimidaram com as suposições de que as iniciativas poderiam dar certo ou não, em vez disso, arriscaram e fizeram acontecer.

Que essas histórias, que esses exemplos incentivem você, caro leitor, a também fazer a sua parte para a construção de um mundo mais digno.

Uma boa semana a todos!

O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player