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Enquete aponta que 93% dos entrevistados são contra o banimento das sacolas plásticas em São Paulo

90% acredita que quem saiu ganhando com a medida foram os supermercados

 

Uma enquete realizada pelo perfil “Recicle Ideais”, mantido pela Plastivida Instituto Socioambiental dos Plásticos no Facebook, aponta que 93% dos entrevistados são contra o banimento das sacolas plásticas em São Paulo. Apenas 7% aprovam a medida. A pesquisa foi realizada no mês de abril com 455 pessoas de um universo de 13.680. Esse trabalho tem mostrado evolução gradativa, com adesão de 600 novos seguidores por mês.

Além da insatisfação dos consumidores, a enquete mostrou que 90% das pessoas acreditam que quem sai ganhando com o banimento são os supermercados; 8% acreditam ser o meio ambiente; e apenas 2% acham que quem saiu ganhando foi o consumidor.

Outro dado da enquete mostra que 88% dos entrevistados são contra o pagamento de embalagens para transportar as compras. Esse comportamento reflete o desejo do consumidor em ter seu direito garantido. Em muitos municípios paulistas – como Guarulhos, Franca, São José do Rio Preto, Barretos, entre outros –, já existem leis que garantem a distribuição gratuita de sacolas.

Em outros, como Bragança Paulista, há lei que vai na contramão dessa linha, proibindo a distribuição gratuita das sacolas.

A Plastivida, que entrou no campo das redes sociais em 2009 a fim de intensificar o trabalho de consumo responsável e descarte adequado dos plásticos visando a preservação ambiental, também possui canais de discussão no Twitter, no Orkut, no YouTube, além do blog sacolinhas plasticas.blogspot.com.

No Twitter, hoje existem mais de 6,9 mil seguidores que discutem o tema, e a cada mês uma média de 200 pessoas passam a seguir o perfil. O blog (241 seguidores) também apresenta números bastante consistentes: somente em abril foram mais de 19 mil acessos. A média do último semestre é de 14 mil acessos/mês. O Orkut, apesar de estar perdendo admiradores brasileiros, possui 1.152 pessoas cadastradas, e o YouTube 121. Ao todo, são mais de 22 mil pessoas interagindo e discutindo o tema.

“A interação informativa e o diálogo aberto com a população têm ampliado a discussão nessas redes. Neste caso, mostra a insatisfação do consumidor que se sente desrespeitado e constrangido. Esta é uma das formas que encontramos para complementar o trabalho de conscientização que a Plastivida já realiza junto à imprensa, poder público e formadores de opinião”, avalia Miguel Bahiense, presidente da entidade.

Para saber mais sobre a atuação da Plastivida, acesse www.plastivida.org.br.

 

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