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DESCULPA AÍ

Devo começar a coluna de hoje, me desculpando pela ausência da semana passada, caro leitor. Ressaca brava, sabe como é? [...] Nada disso... Rá-rá-rá! Final de semana passado aconteceu a 1ª Conferência Municipal de Cultura, o que acabou ocupando meu final de semana inteiro... Mas valeu à pena! Veja nos tópicos a seguir, um pouco do que rolou.

 

RECEPÇÃO, PALESTRA INICIAL E CHOCOLATE QUENTE

Ainda na sexta à noite, dia 9, quem esteve no Napa  pra abertura e palestra inicial da conferência foi surpreendido por um belo café da tarde. Perfeito pra quem, como eu, não chegou comido. Só o vereador Quique Brown tomou onze chocolates quentes.

 

À LA MÉDICO DO SUS

Já que citei o nobre vereador, não posso deixar de citar as visitas “à la médico do SUS” que alguns secretários municipais e vereadores fizeram aos conferencistas. Nem bem terminaram as saudações iniciais (o que merece um tópico à parte) e eles já “picaram a mula”. Acho que só queriam ouvir seus nomes pronunciados pela bela voz empostada do Cláudio Siriani.

 

NOBRES EDIS PRESENTES

Justiça seja feita, os únicos vereadores que participaram e contribuíram efetivamente com a conferência foram o Quique e o Pastor Valdo. Ambos estão de parabéns pelas colaborações às diretrizes culturais de nossa cidade. Aliás, se eu fosse eles aproveitaria pra preparar vários projetos de lei e moções em cima do que foi dito durante o evento.

 

VOLTANDO AO BOA NOITE...

Nem só da voz de radialista do Siriani viveu a abertura da conferência. Foi formada uma mesa oficial “como manda o figurino”, da qual eu não sei por que o deputado Beto Trícoli fez parte. A presença dele ali era tão importante quanto a marca de adoçante que compraram pro café. Assim como ele, todas as autoridades presentes que fizeram uso da palavra não estavam muito bem a par do que iria acontecer ali, ou pelo menos foi essa a impressão que passaram em seus breves discursos. A exceção novamente foi o vereador Brown, que fez uma interessante saudação ao público em nome do meu amigo Celsinho “Zappa”. Agora chega de falar do Quique, senão vão achar que “tô de acordo” com ele.

 

AS BOAS NOTÍCIAS

Sim, temos boas novas da conferência! No sábado, quatro grupos se formaram e discutiram durante toda a manhã a elaboração de propostas de políticas públicas pra cultura bragantina. À tarde, toda a plenária, leu, debateu, alterou e aprovou uma série de propostas que, logo mais, irão compor o Plano Municipal de Cultura pra nossa cidade, que será válido para os próximos dez anos. Se ele vai ser posto em prática? Esperamos que sim, mas sabemos da morosidade do poder público. Foram anos sem diretrizes culturais e não vai ser do dia pra noite que as coisas irão mudar, mas, de qualquer forma, o plano se configurará como um mecanismo objetivo de cobrança. Caberá aos artistas e ativistas culturais que lá estiveram e elaboraram as propostas, que lutem para vê-las na realidade, independente de quem seja o secretário ou governo.

 

OBSESSÃO PELA CULTURA

Dentre os próximos passos, está a participação da Terra da Linguiça nas conferências estadual e nacional. Ao final da nossa conferência municipal, foram eleitos delegados, que irão representar nossa cidade nas discussões em nível estadual. A comissão de delegados eleitos está formada pelo vereador Luís Henrique (falei que não ia mais falar do Quique!), como agente político, pelo ator Ivan Montanari e por este humilde colunista, como representantes da sociedade civil. O secretário Noy também fará parte da comissão, como gestor da Cultura no município.

 

OBSESSÃO PELO TIPO SANGUÍNEO

Já foi moda, ou talvez ainda seja, as “dietas do tipo sanguíneo” aqui no ocidente. Pesquisas, até de caráter antropológico, dizem que determinado tipo de sangue não pode comer carne, graças à origem do povo que culminou no sangue A, por exemplo. Na ciência dura mesmo, aquela dos laboratórios e universidades, nada disso chegou a ser efetivamente comprovado. No Japão, contudo, os caras estão levando isso tão a sério que rola até demissão por conta do tipo sanguíneo. Existe um termo na língua japonesa: bura-hara, que significa assédio por tipo sanguíneo. Além do emprego, crianças são discriminadas na escola e relacionamentos terminam por conta do sangue. Até camisinha e refrigerante para o seu tipo sanguíneo existe no Japão. Vá entender.

 

PATRIMÔNIO CULTURAL EM CURSO

Falamos o tempo todo, em cultura, em patrimônio cultural e patrimônio histórico. É muito importante que um povo esteja consciente do valor de seus bens culturais e históricos, pra que saiba valorizá-lo e, consequentemente, preservá-lo. Até este domingo, ainda dá tempo de se inscrever para o curso “A cidade e o patrimônio cultural”, dentro do projeto “Memórias vivas bragantinas”. O curso é destinado a professores, mas havendo disponibilidade de vagas, qualquer um pode se inscrever. Bonita iniciativa.

 

ENTRE EM CENA NO MUNDO

Em mais uma grande iniciativa, o projeto bragantino Entrando em Cena está lançando uma campanha de financiamento coletivo para o “Entrando em Cena no Mundo”, visando oferecer a trinta jovens de Bragança a oportunidade de colocar em prática suas ideias desenvolvidas a partir de oficinas de criação e desenvolvimento de projetos culturais. Saiba mais e faça sua doação no www.juntos.com.vc/entrandoemcena.

 

PRA FINALIZAR

“O assunto mais importante do mundo pode ser simplificado até ao ponto em que todos possam apreciá-lo e compreendê-lo. Isso é – ou deveria ser – a mais elevada forma de arte.” (Chaplin)

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