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CACHÊS ABSURDOS I

Muitos artistas falam em defesa da cultura nacional e dizem trabalhar para o desenvolvimento cultural do povo brasileiro, mas quando se apresentam em eventos públicos, não deixam de dar a sua “mamada” nas tetas do Estado. Um exemplo disso foi a última Virada Cultural. Como se não bastassem os valores altíssimos pagos aos artistas gringos que se apresentaram (R$ 186 mil para o ex baixista do Hendrix e R$ 130 mil para o uruguaio Jorge Dexter), alguns artistas brasileiros “abusaram” da grana da secretaria de Cultura de São Paulo. Daniela Mecury: R$ 98 mil, Gal Costa: R$ 90 mil, Racionais MC’s: R$ 70 mil, Gaby Amarantos: R$ 68 mil, Sidney Magal: R$ 60 mil, Criolo: R$ 50 mil. Duvido que esses caras cobrem isso de algum show feito em uma casa noturna.

 

CACHÊS ABSURDOS II

Por outro lado, companhias de dança e teatro receberam cachês absurdamente baixos para a quantidade de artistas envolvidos, sem contar a qualidade do trabalho. A Raça Companhia de Dança recebeu R$ 3 mil para realizar um espetáculo com quinze bailarinos. O Bale Sopro recebeu R$ 2 mil para apresentar “Senha”. Enquanto a Companhia de Teatro Elevador recebeu R$ 13 mil para a peça Ifigênia. Nem a sociedade, nem o Poder Público dão o devido valor para as diferentes manifestações artísticas. Só o que a mídia dá destaque tem valor. Não pode ser assim.

 

TRAGÉDIA GREGA BRAGANTINA

Há algumas semanas foi a história da nossa linguiça “vivida” pelo bandeirante Fernão Dias. Agora a furada da vez é a “tragédia grega... do Hamlet!”. Não dá pra uma secretaria de Saúde não conhecer medicina, assim como não dá pra uma secretaria de Educação não conhecer as letras e a educação. Então por que um governo acha que dá pra ter uma secretaria de Cultura sem cultura? O secretário Noy é o presidente do PV, foi muito bem votado como candidato a vereador, mas não se elegeu. Existe uma “dívida política” do Grupo Fernão com ele? Não seria então melhor contratá-lo para trabalhar onde sua formação e competência se encaixariam melhor do que na Secretaria Municipal de Cultura e Turismo?

 

VEM AÍ O FESTIVAL DE INVERNO

O Festival de Inverno é um dos eventos mais importantes do calendário cultural bragantino. Sob o ponto de vista da Cultura, me arrisco a dizer que é o mais importante. A SMCT deve ter muito cuidado com a divulgação, não repetindo os erros do Maio Cultural. Muita gente já aguarda ansiosamente a chegada do festival e corre atrás da programação, mas é preciso aumentar o público, difundir a cultura, oferecer oportunidades para que todos tenham contato com trabalhos artísticos de qualidade.

 

STAND UP NÃO COMBINA

Posso ser voto vencido, mas, a meu ver, os números de humor do Stand Up Comedy não combinam com o Festival de Inverno. Quando se fala do uso do dinheiro público pra promover a Cultura, não acho que ele esteja sendo bem empregado quando se trata de divulgar esse “movimento artístico”, cujas piadas, muitas vezes, descambam para o lado do “bullying”. Existem diversas companhias de teatro e de dança, por exemplo, que poderiam ser atrações não só mais adequadas ao evento, como também mais produtivas, já que muitas delas se dispõem a fazer um debate ou até mesmo oficinas além de suas apresentações.

 

VIRADA BRAGANTINA

Falando na secretaria de Cultura, já não está na hora de Bragança fazer parte da Virada Cultural Paulista? Já faz alguns anos que a Virada vem se espalhando pelo interior com o apoio da secretaria do Estado. E nós? Por que não embarcamos nessa ainda?

 

PREJUÍZOS DA FESTA DO PEÃO QUEM VAI INVESTIGAR?

Há quem diga que o que foi pago de impostos pela empresa responsável pela Festa do Peão não cobre nem os custos com as horas extras dos funcionários. A Câmara Municipal deve pegar pesado neste caso, afinal, eles são os responsáveis por fiscalizar as ações do Executivo e o emprego do nosso dinheiro. O vereador Marcus Valle levantou essa questão e espero que consiga levá-la até o fim.

 

ASSESSORES COM ENSINO SUPERIOR - E OS VEREADORES?

Segundo apontamento do Tribunal de Contas, os assessores dos vereadores da Câmara Municipal de Bragança Paulista terão de ter nível superior. Tal posicionamento partiu das exigências e atribuições do próprio cargo, entre as quais: “elaborar proposituras, projetos, ofícios, pesquisas, monografias”. É notório que certas tarefas realmente não estão de acordo com uma formação de nível médio. O problema é que o posicionamento do TC gera questionamentos: só os assessores devem ter nível superior? E os vereadores? Hoje em dia para prestar serviços e ocupar cargos deve-se ter comprovada formação técnica em alguma área. E para representar o povo? Fica a discussão.

 

SEMANA DO MEIO AMBIENTE

De 5 a 12 de junho teremos em Bragança a Semana do Meio Ambiente, na qual muitas instituições terão a oportunidade de divulgar o trabalho que vêm desenvolvendo nessa área. A abertura será no dia 5 na Praça Raul Leme, às 9h. Mais informações na secretaria do Meio Ambiente.

 

PRA FINALIZAR

“A paz não significa estar num lugar onde não há nenhuma confusão, barulho, ou trabalho árduo. Significa estar no meio de todas essas coisas e ainda assim ter o coração calmo.”

(Lady Gaga)

 

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