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EU DESASSOREIO, TU DESASSOREIAS, ELES DESASSOREARÃO?

O Governo Fernão resolveu se posicionar oficialmente quanto à questão do desassoreamento do Lago. Segundo a Prefeitura, um novo documento para uma nova licitação deverá ser elaborado “o mais breve possível” (uma medida de tempo meio abstrata, não?), já que nos documentos da gestão passada, segundo a nova equipe, existiam falhas diversas de ordem técnica. Segundo documento enviado pela Prefeitura à imprensa, “tão importante quanto reparar é prevenir os problemas de assoreamento no longo prazo gerado pelos empreendimentos privados construídos acima do Lago”. Tudo bem, concordo, mas quando vai começar o desassoreamento? Essa é a questão. Já apontaram os problemas. Aguardemos ansiosamente pelas soluções.

 

“SEM PARTICIPAÇÃO NÃO HÁ EVOLUÇÃO”

Essa frase foi dita pelo nosso secretário municipal de finanças Roberto Rolli, ao ressaltar a importância da participação da comunidade nas reuniões de discussão e apresentação dos atos públicos, como a que ocorreu na última terça à tarde, na qual foi apresentado o plano plurianual e a lei de diretrizes orçamentárias (LDO) para 2014. Terça à tarde?! Como é que eles querem que os cidadãos comuns, os reles mortais trabalhadores, acompanhem os atos públicos, se eles são apresentados em reuniões que acontecem nos nossos horários de trabalho? Será que eles realmente querem a participação popular? Assim como querem que a gente compareça na sessão da Câmara que começa às 16h.

 

ISSO ME LEMBRA O ANO PASSADO...

No ano passado, a LDO foi apresentada pelo prefeito Jango e sua assessoria durante o período eleitoral, no mesmo local desse ano, o auditório do Centro Integrado de Segurança. A diferença é que a reunião aconteceu à noite. Mesmo assim, a presença dos munícipes era pequena, e somente um candidato a prefeito esteve presente no evento que apresentava o orçamento da cidade a ser gerido pelo próximo prefeito: este que lhe escreve.

 

PROFESSORES EM GREVE

A imagem é triste, não tem nada de engraçada, justamente, por refletir a realidade de todo o nosso país. Os números estampados na faixa são só um exemplo. Semana passada publiquei alguns vencimentos assustadores de alguns servidores municipais. Não pelos valores em si, mas pelo que algumas profissões, principalmente, nas áreas de educação e saúde representam socialmente falando, os salários dispensam comentários de tão humilhantes. Os professores da Rede Estadual de Ensino que estão em greve, por exemplo, para uma jornada de trabalho de 40 horas e formação superior, recebem algo em torno de R$ 2 mil de salário inicial. Um diretor escolar da nossa Rede Municipal, recebe cerca de R$ 2,7 mil no início da carreira. Já um assessor de vereador em Bragança – eu disse assessor! – recebe R$ 2,8 mil. Que município é esse? Que estado é esse? Que país é esse?

 

FANATISMO POLÍTICO

Certas pessoas têm uma relação irracional com seus partidos políticos, ou com a política partidária. Elas praticamente “torcem” pelos seus partidos de forma passional, como se fossem agremiações esportivas futebolísticas. Muitos petistas aqui em Bragança, agora que “são governo”, estão piores do que os chedizistas. Todo mundo tem o direito de “adorar” o seu partido, ou o seu líder, vivemos ao menos numa aparente democracia que permite isso. Da mesma forma, porém, qualquer um tem o direito de ter uma posição ou opinião contrária a qualquer uma das duas “agremiações” políticas instauradas neste momento na cidade. Houve, sim, uma época em que não era permitido ter um posicionamento político contrário ao vigente: a Ditadura Militar.

 

REPARAÇÃO HISTÓRICA

Semana passada o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, sancionou uma lei que permite a troca de nome de ruas e logradouros batizadas em homenagem a autoridades que tenham violado os direitos humanos. Existem ruas, não só na cidade de São Paulo, que receberam nomes de criminosos e torturadores da época da Ditadura Militar. Um exemplo é a Rua Doutor Sérgio Fleury, que foi delegado do DOPS, acusado de torturas e homicídios no regime militar.

 

PRESIDENTE MÉDICI

Falando em reparação histórica, esse é o nome do prédio onde funciona a Câmara Municipal. Que sentido tem isso? Seria muito melhor um nome que representasse algo, que fizesse sentido na realidade bragantina. O assunto chegou a ser discutido pelos vereadores, algumas vezes, mas eles esbarraram na lei, que não permite mudanças de nome de logradouros públicos. Ora, mudem a lei! Sem contar que quando foi pra “mudar” o nome do “Marcelão” pra “Nabizão” ninguém reclamou da lei, né?

 

LINHA DO TEMPO

Pra quem gosta de conhecer os fatos históricos de nossa cidade, vale à pena uma visita no site da Câmara Municipal e uma clicada no item “composição da câmara”, onde existe uma linha do tempo interativa, na qual você pode acessar o mandato (desde 1798), quem foram os vereadores, o presidente, os suplentes que exerceram. Muito bom! Parabéns pra quem organizou esses dados e teve a ideia da linha do tempo.

 

BADERNA CULTURAL – MAIO CULTURAL

Já está à disposição o material com a programação completa do Maio Cultural. Tive acesso à versão eletrônica, que está mais “divertida” que das edições passadas. Particularmente, gostei da ideia mais “despojada” do folheto. O festival já está aí, mas tomara que dê tempo de fazer uma boa divulgação dos eventos e atrações que privilegiam os artistas regionais. Nos últimos anos, a divulgação sempre foi uma grande dificuldade da Secretaria de Cultura e Turismo.

 

PRA FINALIZAR

“A vocação de um político de carreira é fazer de cada solução um problema.” (Woody Allen)

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