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“ADO, A-ADO, CADA UM NO SEU...” – PARTE I

Engenheiro civil, técnico em enfermagem, médico, professor de física, jornalista, radialista... São muitas as formações e profissões. Normalmente, pra exercer determinada função, ou pra conseguir determinado emprego, você tem que “se formar” em alguma coisa, você deve se preparar adquirindo conhecimento que lhe dá condições de “ser”, ao menos profissionalmente falando. Já quando o assunto é “cargo público”, não é bem assim. Nem sempre se coloca a “pessoa certa no lugar certo”. Um exemplo? Só um? Quem é ligado às políticas públicas culturais ficou muito feliz com a iniciativa do Governo Fernão Dias de nomear alguém responsável por projetos culturais junto à Secretaria de Cultura. Isso pode agilizar muito as coisas quando se trata de conseguir verbas estaduais e federais que só virão para o nosso município se tivermos projetos prontos. Em muitas cidades é assim que “engordam” o orçamento destinado às várias pastas. Pois é, só que a pessoa nomeada pra isso, no nosso caso, não é da área cultural, não é uma pessoa com conhecimento e experiência no desenvolvimento de projetos culturais. Trata-se de uma pessoa com notória e reconhecida competência e formação na área de Saúde. E aí?

 

“ADO, A-ADO, CADA UM NO SEU...” – PARTE II

Tá bom, mais um exemplo. Semana passada foi contratada para trabalhar na Prefeitura a minha amiga Ana Maria Oliveira, pessoa com notório conhecimento, experiência e formação na área de comunicação. Aninha é jornalista e das boas. Ela foi contratada pra prestar serviços na divisão de imprensa, certo? Não. Foi contratada para trabalhar na Secretaria de Saúde. Tudo bem, pode ser que ela atue na área de comunicação da secretaria? Tomara, mas que soa tão estranho quanto colocar um enfermeiro para captar recursos para projetos culturais, isso soa.

 

ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA NAS REDES SOCIAIS

Nem só de bobagens e futilidades vivem as redes sociais. Hoje é cada vez maior o número de páginas e perfis relacionados ao Poder Público, a fim de tornar mais transparentes a gestão dos nossos recursos. No caso do Governo Municipal de Bragança, existem algumas iniciativas como essas, que nos dão melhores condições de acompanhar o que acontece na Prefeitura. A mais recente foi a criação de uma página no Facebok da Secretaria Municipal de Saúde (talvez já uma iniciativa da Aninha). Ainda no Face, tem também a página do Conselho Municipal de Cultura. Também é grande o número de páginas  de “gabinetes digitais” de diversas cidades brasileiras. A vantagem de utilizar as redes sociais, nesses casos, é que elas são mais dinâmicas e interativas que os sites, que também são importantes, mas servem melhor para informações de caráter mais “estático”. Para comunicar melhor o “dia a dia” de uma secretaria, ou setor do Governo, um perfil ou página em rede social é muito mais eficiente.

 

E O GABINETE DIGITAL DE BRAGANÇA?

Não sei porque, mas a página chamada “Gabinete Digital de Bragança” sumiu. Abrir um canal e se dispor a ser questionado pela população realmente não deve ser fácil, mas é preciso, ainda mais nos dias de hoje, com a população ficando cada vez mais acostumada às altas velocidades de circulação de informações. Será que já cansaram das perguntas?

 

R$ 3,20

A empresa de ônibus pediu aumento de 15% da passagem. Alguém teve um dissídio no salário de 15%? Aliás, a Prefeitura pretende conceder um reajuste salarial de 15% aos servidores? Já vimos esse filme e o final é bem triste: a empresa pede 15%, a Prefeitura “generosa e defensora do povo” concede 7,5% e a passagem sobe para “só” R$ 3,00. Até quando? E o bilhete único? E a lei eleitoreira da tarifa social?

 

20%

Enquanto isso, o SISMUB deciciu em assembleia pedir à Prefeitura um reajuste de 20%, que corresponderia a um reajuste real de cerca de 13%, já que a inflação “oficial” está na casa dos 7% (mas vá ao supermercado pra ver). Será que a Prefeitura vai ser tão generosa com os servidores quanto será com a empresa?

 

TIJOLO POR TIJOLO NUM DESENHO LÓGICO

Se o prazo prometido pela empresa for cumprido, a reforma do Colégio São Luiz deve terminar em outubro. Há quem diga, porém, que a reforma está caminhando em ritmo lento. E não parece ser só boato não, basta passar em frente à obra. No momento, a empresa mantém onze trabalhadores em tempo integral nos serviços. Os tijolos retirados das partes demolidas, segundo os funcionários da empresa, estão prontos para serem reutilizados em diversas partes da obra. Na última reunião do Comcultura (Conselho Municipal de Cultura), discutimos a formação de uma comissão, talvez em parceria com o Comdephac (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico), para fiscalização da obra, tanto do cronograma, quanto do cumprimento do projeto em si.

 

TÁ NA MESA, PESSOAL

A fase atual da novela processo “Fernão x Frangini” está assim: “determinação de encaminhamento à mesa”. Isso quer dizer que, se tudo der certo, ele pode entrar na pauta da sessão da próxima semana. Lembrando que esse é só um dos processos, ainda tem o outro...

 

MINISTÉRIO PÚBLICO NELES!

Via vereador Marcus Valle, o “caso dos cambistas vips” foi parar no Ministério Público. O que tem de gente revendendo ingressos e camarotes para a Festa do Peão não está escrito! Se você der uma fuçada no Facebook, por exemplo, vai encontrar até perfis com tabelas de preços! Trata-se de um caso local, pequeno até, que parece não ter a menor importância, afinal, é só a Festa do Peão, mas a questão do “cambismo” é muito séria no nosso país e precisa ser discutida em nível nacional no Congresso e Ministério Público.

 

SEM FALAR DOS FLANELINHAS...

Isso sem contar que se você tem um veículo automotor precisa pagar impostos, seguro, pedágio, estacionamento e... Flanelinhas! Onde isso vai parar? Se você for a São Paulo em dia de um grande show ou grande jogo, por exemplo, sai mais barato contratar alguém pra ir dirigindo o seu carro do que pagar pra “estacionar” na rua, em uma via pública! Até quando vão fazer vista grossa diante disso?

 

PRA FINALIZAR - O DIA DELA

“Quem é ela?

Quem é aquela?

Aquela que me diz sou ela

E eu digo a ela: sou dela

 

O que mais posso dizer no dia dela?

Que parte do que sou hoje vem dela

 

Ela

Só ela”

(Fred Zenorini)

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