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TECNOLOGIAS DIGITAIS NA EDUCAÇÃO I

Recebi com bons olhos e ouvidos a notícia de que a nossa Rede Municipal de Ensino esteve reunida com especialistas em tecnologias digitais na Educação. Já escrevi neste espaço, em outras oportunidades, que sou super a favor do uso das ferramentas da informática em sala de aula. Por outro lado, sempre digo também que elas não estão aí pra resolver os problemas da nossa educação. Lousas digitais e tablets podem, sim, ampliar possibilidades e agregar valor a aulas que já seriam muito boas sem elas. É isso que os entusiastas e os que não conhecem a realidade de uma sala de aula custam a entender.

 

TECNOLOGIAS DIGITAIS NA EDUCAÇÃO II

Lousas digitais e tablets já são realidade em muitas instituições de ensino. Essas ferramentas estão presentes nas escolas onde trabalho e já digo que a Prefeitura vai precisar investir boas horas e recursos financeiros na preparação dos professores para que todos possam fazer bom uso das modernas tecnologias educacionais. Antes disso, contudo, acredito que a Prefeitura e a Secretaria de Educação deveriam resolver problemas mais urgentes, como a falta de estrutura básica em muitas das escolas e o plano de carreira dos professores e profissionais da educação, até mesmo porque, uma aula pode ser muito moderna só com lousa, giz e qualquer coisa que estiver à mão do professor bem preparado e motivado. O mundo é um laboratório de ensino e aprendizagem.

 

CENTRO CULTURAL INAUGURADO EM GRANDE ESTILO

Na próxima quarta-feira, 27, às 20h, o recém-restaurado prédio do Matadouro será reinaugurado em grande estilo com um bate-papo gratuito sobre teatro com os atores Guilherme Leme e Helena Ignez. O evento faz parte do projeto do pessoal da Serrinha, que está organizando o 1º Encontro de Teatro entre Serras e Águas.

 

JÁ A PRAÇA...

Como nem tudo são flores, a já atrasada reforma da Praça do Matadouro ainda vai demorar um pouco mais. A empresa, que tinha prometido a entrega para agosto (acho que era de Deus) do ano passado, pediu mais trinta dias para concluir os últimos detalhes. E, mesmo com o grande atraso, a Prefeitura ainda reajustou o valor a ser pago, que passou a ser de R$ 2,7 milhões, aproximadamente.

 

GASTANDO NOSSO DINHEIRO PRA VER O PAPA

Pior do que gastar uma baita grana pra ver o novo Papa, é gastar a nossa grana pra ver o novo Papa. Segundo a imprensa internacional, a comitiva brasileira, incluindo a presidenta Dilma, é claro, era “uma pequema multidão”, que ocupou simplesmente 52 quartos em um hotel, além de ter alugado 17 carros! Bem non sense pra acompanhar a cerimônia que marca o início de um papado franciscano.

 

SUBIMOS NA CONCHA

Falando em gastar mal o dinheiro público, esta semana estive com o nobre vereador Quique Brown, vulgo Luís Henrique Camargo Duarte, em cima da concha acústica, um trágico exemplo de investimento público. Aproveitamos o “atraso” do presidente do Conselho de Cultura, Paulinho do Barril, pra conversarmos in loco sobre uma ideia do Quique de transformar a Concha em uma “casa de espetáculos”. O projeto parece “meio doido” à primeira vista, mas pode ser uma boa alternativa pra aproveitar aquele espaço que está pra lá de subutilizado.

 

PALMEIRAS FAZ MENOS PONTOS QUE MIOJO

Semana passada a discussão era “por que os caras que escreveram o hino do Palmeiras e a receita de miojo não zeraram na redação do Enem?”. É claro que a mídia deu aquela “sensacionalizada”. Eu li a redação do miojo e o parecer dos corretores. Na verdade, o texto até que é bom, só que no terceiro parágrafo o “engraçadinho” escreveu “Pra não ficar cansativo vou ensinar a fazer um miojo...”, finalizando o parágrafo com a “receita”. Só que no útimo parágrafo ele concluiu seu texto. O cara não tirou nota máxima, nem foi tão bem, tirou 560 de um total de 1000 pontos. O corretor registrou a falta de coerência de um trecho do texto e outros critérios avaliativos. Já o cara do hino do Palmeiras no meio da redação acabou tirando 500. Se fosse o do Coringão, pelo menos 700. Fica a dica.

 

PRA FINALIZAR

“A educação e o ensino são as mais poderosas armas que podes usar para mudar o mundo” (Nelson Mandela)

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