Comitê de Gerenciamento de Crise mantém estado de emergência, mas serviços voltam ao normal

O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

Comitê de Gerenciamento de Crise mantém estado de emergência, mas serviços voltam ao normal

Matéria publicada na edição de 2 de junho de 2018

 

Na manhã dessa sexta-feira, 1º, o Comitê de Gerenciamento de Crise, criado pelo prefeito Jesus Chedid para monitorar os reflexos da greve dos caminhoneiros em Bragança Paulista, voltou a se reunir.

O vice-prefeito Amauri Sodré e vários secretários municipais decidiram manter o estado de emergência, decretado no início da semana. Apesar disso, eles definiram que os serviços voltarão a ser prestados normalmente, a partir de segunda-feira, 4.

Com isso, serão retomadas as aulas na rede municipal de ensino, que estavam suspensas desde terça-feira, 29.

A situação do transporte coletivo e da coleta de lixo também foi debatida pelos membros do comitê. Conforme informações de representantes das empresas prestadoras desses serviços na cidade, eles também voltarão a ser oferecidos normalmente a partir de segunda-feira.

Nessa sexta-feira, 1º, a empresa Nossa Senhora de Fátima Auto Ônibus Ltda., responsável pelo transporte coletivo em Bragança Paulista, colocou 75% da frota na rua. No fim de semana, a empresa vai operar com número reduzido, como já é de costume. Na segunda-feira, 4, a previsão é que 100% da frota esteja nas ruas, cumprindo os horários normais das linhas.

Quanto à coleta de lixo, ela também seguirá o cronograma normal no fim de semana e será regularizada na segunda.

O Comitê de Gerenciamento de Crise volta a se reunir na segunda-feira para então definir sobre a suspensão do estado de emergência no município.

FIM DA GREVE

A greve dos caminhoneiros chegou ao fim na última quinta-feira, 31, mesmo assim, a situação de abastecimento dos postos ainda não foi totalmente normalizada na cidade.

Tanto no feriado como nessa sexta-feira, 1º, os estabelecimentos já haviam recebido combustível, mas filas ainda eram vistas, pois alguns postos tinham apenas gasolina, outros apenas etanol, e outros acabaram fechando porque o estoque se esgotou novamente.

Apesar disso, a situação já é bem menos crítica do que no início e meio da semana, quando as ruas ficaram quase que desertas, haja vista que a população não tinha ou estava economizando o máximo possível dos tanques de seus veículos.

Nessa sexta-feira, outro reflexo da greve dos caminhoneiros veio à tona. O presidente da Petrobras, Pedro Parente, pediu demissão do cargo por meio de carta enviada ao presidente Michel Temer.

No documento, ele afirmou que sua saída é “irrevogável” e que sua “permanência na presidência da Petrobras deixou de ser positiva e de contribuir para a construção das alternativas que o governo tem pela frente”.

Pedro Parente estava à frente da Petrobras há exatos dois anos, tendo assumido em 1º de junho de 2016, no início do governo Temer.

 

O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player