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Comissão Especial de Inquérito da ABBC ouve quatro pessoas

Matéria publicada na edição de 7 de abril de 2018

Na tarde de segunda-feira, 2, os vereadores Antônio Bugalu, Cláudio Moreno, João Carlos Carvalho, Rita Leme e Sidiney Guedes participaram de mais uma reunião da CEI (Comissão Especial de Inquérito) que avalia a prestação de contas dos contratos administrados pela ABBC (Associação Brasileira de Beneficência Comunitária). Na ocasião, quatro pessoas depuseram, contando o que sabiam sobre a realização de sindicância pela Prefeitura e também sobre a atuação de comissões que fiscalizavam a organização social.

Marcus Antônio da Silva Leme foi um dos ouvidos. Ele foi presidente da Comissão de Sindicância formada pela Administração Jesus/Amauri para avaliar a prestação de contas dos contratos da ABBC.

Um dos fatos questionados pelos vereadores foi sobre a dívida de R$ 8 milhões que a ABBC cobrou da Prefeitura, já no último ano da gestão passado, e posteriormente foi re-vogada.

“Não saberia responder o porquê a dívida foi perdoada. Foi colocado que haveria a dívida de R$ 8 milhões. O motivo da sindicância do Executivo, inicialmente, foi por conta dessa dívida. Em momento algum, tanto nos depoimentos da ex-secretária Estela Gianesella ou do ex-secretário Eurico Aguiar e Silva, eles reconhecem essa dívida e quando foi apresentado à ex-secretária Grazielle Bertolini, ela diz que suspendeu. Grazielle afirmou, nos depoimentos que estão na sindicância, que os valores se referem a 2013/2014, não a sua gestão”, comentou Marcus Leme.

Também foi ouvida Rosângela Gonçalves, relatora da sindicância. Ela explicou que havia duas comissões para avaliar o trabalho da ABBC. “Na sindicância, há os documentos de portaria de nomeação dos membros. Havia uma comissão de fiscalização e outra de acompanhamento, distintas. Uma ia in loco acompanhar as atividades e outra acompanhava a questão mais burocrática”, comentou.

Também deram seus depoimentos Maria das Graças Silva Carvalho, ex-presidente do Conselho Municipal de Saúde, e Eusébio Luiz Mourão, ex-vice-presidente do conselho, que foram questionados sobre a atuação efetiva das comissões de fiscalização.

Para a próxima segunda-feira, 9, a intenção dos vereadores que compõem a CEI é colher o depoimento da ex-secretária municipal de Saúde Grazielle Bertolini, além de Rita de Cássia Pereira da Silva, da Divisão de Contabilidade da Prefeitura, e Rosângela Resende, que foi chefe da Divisão de Gerenciamento e Controle de Serviços da Secretaria Municipal de Saúde.

Os vereadores também pediram à assessoria da Câmara que providencie os documentos com as nomeações das comissões de fiscalização da ABBC e cópia dos documentos encaminhados pelo Conselho Municipal de Saúde ao Ministério Público em relação à atuação da OS.

As reuniões da CEI da ABBC vêm sendo realizadas às 14h e podem ser acompanhadas presencialmente ou pela internet, por meio do site da Câmara: www.camarabp.sp.gov.br.

 

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