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Mais amor e respeito...

Neste domingo, 13, celebramos o Dia dos Pais e o Jornal Em Dia presta homenagem a pais muito especiais. Homens que receberam a missão de cuidar de crianças especiais.

A chegada de uma criança a uma família muda completamente a rotina, seja de homens ou mulheres. É bem verdade que por muito tempo, e ainda hoje, houve aqueles que acharam que as tarefas domésticas e de cuidado com os filhos pertenciam mais às mulheres que aos homens. Mas a sociedade está amadurecendo e em muitos lares todas as tarefas são divididas, não porque o homem tenha obrigação de ajudar a mulher, mas porque como alguém que também mora naquela casa deve se preocupar em mantê-la organizada, cozinhar para que todos tenham uma refeição saborosa, enfim, também é responsável por serviços domésticos e outras tarefas que um lar demanda.

Com os filhos, não é diferente. A mudança de comportamento das famílias vem mostrando que os pais estão cada vez mais atuantes na educação deles, o que é muito positivo para todos os lados. Aumenta o vínculo afetivo entre pais e filhos e diminui a carga de responsabilidade das mães na criação e educação.

Mas e quando esse bebê é especial? O que fazer? Como cuidar dele? Como garantir que ele tenha direitos como outras crianças e que eles sejam respeitados? Ou que ele seja simplesmente feliz como qualquer outra criança tem o direito de ser?

São perguntas que certamente já passaram pela cabeça de muitas famílias que têm crianças especiais. Talvez essas perguntas não tenham respostas prontas e que possam ser consideradas corretas. Talvez para cada filho especial, haja uma família especial, que vai se adaptar e acolher esse novo ser a seu modo, mas com muito amor, carinho e dedicação integral.

E talvez aí esteja o primeiro passo do caminho para uma sociedade mais justa, compreensiva e fraterna. Temos de parar de querer produzir seres humanos pré-moldados. Ao mesmo tempo em que lutamos por direitos iguais para todos, indistintamente, temos de reconhecer que todos somos diferentes e que isso não representa mal algum. Que essas diferenças não nos diminuem ou dão direito à discriminação. Que elas não podem ser barreiras para construir amizades, arrumar emprego ou estudar.

Temos de evoluir como seres humanos. E como pais, temos de entender e aceitar que os filhos não são a continuação da nossa vida, não darão continuidade a nossos projetos ou serão uma versão aprimorada nossa. Deixemos o egoísmo de lado. Eles têm suas próprias vidas, seus próprios sonhos, e isso não quer dizer que não serão felizes ou bem-sucedidos. Talvez sejam até mais do que os pais. O importante é que haja menos imposição e julgamento e mais amor e respeito entre todos, pais e filhos, sociedade e famílias.

Por meio dos pais entrevistados pelo Jornal Em Dia nesta edição, estendemos nossa homenagem a todos os homens tocados pela paternidade. Aos pais especiais, aos adotivos, aos mais jovens e aos mais velhos, aos pais de nossos colaboradores, funcionários, assinantes e anunciantes, aos que já são pais, enfim, a todos vocês, um Feliz Dia dos Pais e que Deus os abençoe a cada dia para que não desistam dessa missão divina de criar, educar e, principalmente, amar seus filhos!

Uma ótima semana a todos!

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