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Faros d’Ajuda pede apoio para campanha contra a leishmaniose

Matéria publicada na edição de 6 de agosto de 2017

A leishmaniose é uma doença infecciosa, que pode afetar os animais e também os humanos. Ela não é contagiosa, ou seja, não passa pelo contato direto com o animal infectado, mas por meio do vetor, que é o mosquito palha. Ao picar um animal contaminado, ele se infecta e vira transmissor ao picar outros animais e pessoas.

A entidade Faros d’Ajuda, preocupada em prevenir a doença no Abrigo Municipal, onde atualmente há mais de 350 animais entre cães e gatos, está fazendo uma campanha para arrecadar fundos com esse objetivo.

Uma das formas de prevenção da leishmaniose é colocar coleiras que contenham derivados de deltramina nos animais, pois elas funcionam como repelentes. Assim, a Faros adquiriu essas coleiras para todos os cães do Abrigo e agora conta com o apoio da população para ajudar no custeio delas.

O custo para manter um animal protegido durante um ano é de R$ 180,00, que pode ser dividido em 12 vezes de R$ 15,00. Além das coleiras, o valor cobre a vacina V8, que protege contra várias outras doenças.

Quem se interessar em ajudar pode acessar a página da Faros d’Ajuda no Facebook e procurar o link da campanha: https://pt-br.facebook.com/farosdajuda/app/206803572 685797/.

As coleiras para os gatos são mais caras e, por isso, ainda não foram adquiridas pela entidade.

OUTRAS FORMAS DE PREVENÇÃO DA DOENÇA

 O mosquito palha, que transmite a leishmaniose, não se procria na água, mas sim, em matérias orgânicas. Por isso, outras formas de se prevenir a doença são: retirar resíduos orgânicos, matéria em decomposição dos quintais, nas áreas urbanas; colocar tela nos canis; não passear com os animais, principalmente ao amanhecer e ao entardecer, quando esses mosquitos são mais ativos.

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