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Professores do Instituto Federal participam de sessão da Câmara

Matéria publicada na edição de 6 de julho de 2017

 

Na tarde de terça-feira, 4, participaram da sessão ordinária da Câmara Municipal de Bragança Paulista os professores José Érick de Souza Lima e Cristina Correa de Oliveira, do IF (Instituto Federal de São Paulo) local.

Apresentados pela vereadora Rita Leme, eles contaram um pouco sobre as atividades desenvolvidas no Instituto Federal nesses 10 anos de existência na cidade.

José Érick ressaltou que o IF é sinônimo de ensino público de qualidade e mencionou os cursos disponíveis na unidade bragantina. De acordo com ele, 70 professores, mestres ou doutores, trabalham no instituto e alguns, como ele e Cristi-na, se dedicam a pesquisas.

O professor destacou o trabalho desenvolvido no grupo de pesquisa Tippa (Tecnologias Inovadoras de Produtos, Processos e Acessibilidade), explicando que ele é constituído de maneira a tornar possível a produção de pesquisas e desenvolvimento específicos no universo das áreas de eletrônica, softwares, sistemas embarcados e eletromecânica para a concepção de produtos e automação de processos.

De acordo com José Érick, o desenvolvimento de produtos e processos industriais é importante para a região, não só para que seja possível a materialização das soluções propostas para os desafios, tendo o potencial para gerar patentes, além das possibilidades de registros de softwares, mas também para auxiliar e desenvolver a indústria local.

Além disso, o grupo de pesquisa Tippa também se propõe a buscar soluções para problemas relacionados à acessibilidade. José Érick disse que os deficientes geralmente precisam mais da tecnologia do que quem não tem deficiência, mas o acesso se dá na proporção inversa, muitas vezes.

O professor ainda enumerou alguns produtos que foram criados a partir do trabalho da Tippa, como a cartilha orientada para recomendações de leitores de tela.

A professora Cristina explicou que os softwares de leitura de tela são voltados para inclusão dos deficientes visuais, para que utilizem os recursos que o computador oferece. Conforme ela contou, por meio desse tipo de software, os deficientes visuais conseguem navegar na internet e utilizar diferentes programas e aplicações, já que o software em questão traduz as informações mostradas na tela do computador em material sonoro, indicando o que é mostrado e avisando o usuário sobre suas interações e ações no ambiente.

Os participantes responderam a algumas perguntas dos vereadores, sobre o novo prédio do IF e o repasse de verbas do governo federal. De acordo com eles, a entrega do prédio está prevista para este mês de julho, porém, a mudança, que ficará em torno de R$ 500 mil, deve ocorrer apenas em janeiro do próximo ano, por falta de recursos. Eles apontaram que faltam mobiliário e recursos para a mudança de imóvel e destacaram que o novo prédio demandará mais gastos.

A vereadora Rita Leme expressou sua satisfação em receber os professores do IF. “Quanta honra poder conhecer pessoas como vocês, que usam a inteligência em favor do próximo”, concluiu.

 

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